SALVEM AS NOSSAS ALDEIAS

Li no jornal do Fundão uma aldeia da beira baixa, concelho do Fundão, existem neste momento sete mulheres grávidas, 13 crianças no infantário, 26 na primária. Afinal ainda existe esperança... Esta vila indica o caminho certo, mas precisa de muita ajuda. Ajuda de quem deve e pode não deixar morrer estas aldeias e vilas do nosso país...Faltam infraestruturas nesta vila e noutras, não se pedem subsídios apenas infraestruturas ...afinal ainda existe uma esperança, a população da Soalheira indica-nos o caminho. Salvem as nossas aldeias e vilas e salvem o nosso interior...Por um futuro melhor...Nós acreditamos!

INTERPRETAÇÕES

As palavras que hoje dizemos irão perdurar até depois da nossa existência. Cuidado pois!...uma palavra mal dita,uma frase menos conseguida e seremos julgados por isso, hoje amanhã e sempre...

AS RUAS DESERTAS DO MEU PAÍS

Portugal é hoje em pleno séc..XXI um país sem rumo. O interior está despovoado graças a uma politica de empobrecimento. Encerram escolas, centros de saúde, postos de correios, finanças , tribunais, diminuem transportes etc etc...Em contrário aumentam lares de idosos ( sem condições) e alargam-se cemitérios. A educação no sentido da palavra está em vias de extinção e os valores também se vão perdendo e para isso contribuíram o desaparecimento de certos feriados que os nossos antepassados tão orgulhosamente impuseram. Também é verdade que ninguém se pode queixar de tudo estar assim, pois somos nós que elegemos aqueles que nos governam e pelos vistos vai continuar a ser assim. Nós próprios também somos responsáveis pelo que está a acontecer, um país que para algumas coisas é tão para a frente e naquilo que mais interessa é tão retrogrado. Um país tão pequeno, com um clima magnifico, tanto mar, tanta terra ( preciso que queiram) , cantinho à beira mar plantado, onde todos devíamos viver razoavelmente é um país sem futuro, sem garra. A esperança é aparecer uma geração que se preocupe em dar a volta a situação e aí todos temos de acreditar. É possível se ninguém desistir se ninguém baixar os braços, aí sim! Eu acredito e todos vão acreditar porque estamos em Abril. Porque a vida se renova em cada amanhecer.

E DEPOIS DO ADEUS?

 Estou sentado no meu sofá, enquanto lá fora a chuva cai (raridade este ano) e na televisão passa um filme de acção que eu nem sei o nome, já se pode ver a importância que lhe dou...
 Quem leu os meus anteriores artigos pode muito bem rever neles o que escrevo neste, ou seja, crise e mais crise, austeridade e mais austeridade e não passamos disto. Na minha modesta opinião a crise(que eu me lembre) vem desde pouco depois do 25 de Abril. Era eu adolescente e já ouvia sloganes como "os ricos paguem a crise" e outras mais. No tempo da ditadura existia a crise da censura, da falta de liberdade, da guerra do Ultramar...E depois do adeus? Ninguém se entendeu e agora apesar de viver em liberdade que por vezes passa  a libertinagem vivemos uma crise de valores,  desemprego. injustiças, em nome de uma Democracia que cada vez mais promove desigualdades entre   as classes mais favorecidas e as mais desfavorecidas. Para quando um fim a isto? Se o sistema já não funciona então que se mude de sistema. Não podemos é ficar parados e aniquilar por completo o futuro dos nossos filhos e netos.

ONZE MESES DEPOIS...

Assim se passaram 11 meses e até parece que foi ontem. 
Como comentei na altura aqui estou eu (no meu sofá) a  escrever de casa, é claro que já o devia ter feito mas o Facebook  mais o jogo Cityville não me deixam tempo para mais nada. 
Nestes onze meses muita coisa se passou  mas poucas melhoras existem no campo social ou seja a crise estacionou por aqui. Pessoalmente não fujo muito à regra do aperto do cinto mas como costumo dizer entre mortos e feridos alguém vai escapar. 
Bem a noite já vai alta ( e amanhã é dia de trabalho) por isso vou descansar. 
Até à próxima...  
 

EFEITO FACEBOOK

Já faz muito tempo que não escrevia aqui no blogue, efeito Facebook que me deixa pouco tempo livre para outros assuntos. Mas tenho uma boa nova: a partir deste ano vou escrever mais vezes pois já posso escrever desde casa para todo o mundo. 
Depois de deixar esta noticia em primeira mão,  despeço-me com muita simpatia. Até breve.

Muito obrigado pela vossa visita

Voltem sempre...