mas antes disso, a CovilhĂŁ viveu o seu prĂłprio drama.
Dezembro de 1976.
O fogo nĂŁo consumiu apenas edifĂcios…
consumiu histĂłrias, vidas, memĂłrias.
Houve um tempo em que a Rua Capitão Alves Roçadas era uma das mais vivas da cidade.
Cheia de gente. Cheia de comércio. Cheia de vida.
Do centro atĂ© SĂŁo Silvestre…
portas abertas, vozes na rua, encontros marcados.
Hoje?
SilĂȘncio.
CTT, alguns escritĂłrios… e pouco mais.
Mas quem lĂĄ passou… nunca esquece.
Lembram-se do polĂcia sinaleiro?
Do caminho até ao Largo de São Silvestre?
Da primeira måquina de flippers no Café Central?
Pequenos momentos…
que hoje valem tudo.
Esta era a nossa rua.
O nosso “Chiado”.
Uma rua feita de nomes, rostos e histĂłrias:
mercearias, alfaiates, barbearias, tabernas…
gente que fazia da CovilhĂŁ aquilo que ela Ă©.
E depois… o incĂȘndio.
Levou paredes…
mas nĂŁo levou a memĂłria.
Porque ela continua viva — em cada recordação, em cada conversa, em cada saudade.
Para todos os que viveram, trabalharam e passaram por ali…
esta Ă© a minha homenagem.
A cidade muda.
Mas a memĂłria… essa nunca arde.
O fogo nĂŁo consumiu apenas edifĂcios…
consumiu histĂłrias, vidas, memĂłrias.
Houve um tempo em que a Rua Capitão Alves Roçadas era uma das mais vivas da cidade.
Cheia de gente. Cheia de comércio. Cheia de vida.
Do centro atĂ© SĂŁo Silvestre…
portas abertas, vozes na rua, encontros marcados.
Hoje?
SilĂȘncio.
CTT, alguns escritĂłrios… e pouco mais.
Mas quem lĂĄ passou… nunca esquece.
Lembram-se do polĂcia sinaleiro?
Do caminho até ao Largo de São Silvestre?
Da primeira måquina de flippers no Café Central?
Pequenos momentos…
que hoje valem tudo.
Esta era a nossa rua.
O nosso “Chiado”.
Uma rua feita de nomes, rostos e histĂłrias:
mercearias, alfaiates, barbearias, tabernas…
gente que fazia da CovilhĂŁ aquilo que ela Ă©.
E depois… o incĂȘndio.
Levou paredes…
mas nĂŁo levou a memĂłria.
Porque ela continua viva — em cada recordação, em cada conversa, em cada saudade.
Para todos os que viveram, trabalharam e passaram por ali…
esta Ă© a minha homenagem.
A cidade muda.
Mas a memĂłria… essa nunca arde.
Bom dia para todos nĂłsđ
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