A Roberto Martínez, o Mundial de Portugal começou em Toronto, contra a Croácia – aos três primeiros jogos o espanhol chamou “preparação”. Se assim for, este acaba de ser o Mundial mais curto da história da seleção portuguesa – apenas dois jogos. A derrota por 0-1 frente à Espanha, nos oitavos-de-final, envia a seleção de volta a casa e verá o resto da prova no sofá.
🧸 BRINQUEDOS DE INFÂNCIA
Hoje a nostalgia levou-me até aos brinquedos da minha infância.
Nos anos 60, 70 e 80, ao contrário do que acontece hoje, as brincadeiras de rua eram uma constante. Sem telemóveis, consolas ou computadores, só nos restava brincar ao ar livre: à bola, ao berlinde, às apanhadas, às escondidas, ao jogo do lenço ou, para os mais afortunados, dar umas voltas de bicicleta.
As nossas mães podiam estar descansadas. Não havia o medo constante de raptos, nem a preocupação com drogas ou álcool. Quanto muito, apareciam uns cigarritos às escondidas, sempre com um de nós de vigia para avisar se algum adulto se aproximava.
Quando chovia ou simplesmente me apetecia ficar em casa, passava horas a brincar com os meus carrinhos Matchbox. Inventava estradas, fazia corridas em cima da mesa da sala e construía um mundo inteiro com a imaginação.
Mas havia uns brinquedos que, na altura, talvez não valorizássemos como mereciam e que hoje considero verdadeiras relíquias: os brinquedos vendidos nas feiras.
Quem não se lembra do famoso Volkswagen Carocha da Polícia? Ou dos pequenos brinquedos domésticos destinados às meninas, como fogões, balanças, máquinas de costura e tantos outros?
Eram brinquedos tradicionais, fabricados artesanalmente em chapa de folha-de-flandres, resistentes, coloridos e acessíveis à carteira dos nossos pais. Nas feiras e mercados faziam as delícias de miúdos e graúdos.
Eram brinquedos tradicionais, fabricados artesanalmente em chapa de folha-de-flandres, resistentes, coloridos e acessíveis à carteira dos nossos pais. Nas feiras e mercados faziam as delícias de miúdos e graúdos.
Para minha enorme alegria, descobri recentemente — por acaso, através de uma página do Facebook — que estes brinquedos continuam a ser fabricados em Portugal pela empresa PEPE/JATO.
Graças a essa descoberta consegui adquirir um dos modelos mais emblemáticos da minha infância: o popular Táxi Mercedes-Benz, que hoje exibo com uma pontinha de orgulho na fotografia.
Mais do que um simples brinquedo, é um pedaço da minha infância.
E há memórias que, por mais anos que passem, nunca deixam de brincar dentro de nós.
Bom dia para todos nós 🍀
PARABÉNS FÁBIO
Hoje é um dia muito especial. O meu filho Fábio celebra os seus 22 anos.
É um orgulho enorme ver o homem em que se tornou: dedicado à sua vida académica, desde o infantário "o meu cantinho", Agrupamento Escolas do Teixoso, Agrupamento Frei Heitor Pinto, Universidade da Beira Interior, sempre responsável e determinado a construir o seu futuro.
Também guardo com carinho a sua passagem pela ADE – Associação Desportiva da Estação, onde viveu momentos de aprendizagem, amizade e espírito de equipa.
Como bom apaixonado pelo futebol, nunca escondeu a sua simpatia pelo Sporting Clube de Braga, apoiando sempre o clube do coração com entusiasmo.
Mas, acima de tudo, és um bom filho: educado, humilde, respeitador e com um coração generoso. Essas qualidades valem mais do que qualquer diploma ou qualquer vitória desportiva.
Parabéns pelos teus 22 anos, meu filho. Que a vida te continue a sorrir, que nunca te falte saúde, felicidade e força para realizares todos os teus sonhos.
Temos muito orgulho em ti.
Feliz aniversário! 💗🎉
Como bom apaixonado pelo futebol, nunca escondeu a sua simpatia pelo Sporting Clube de Braga, apoiando sempre o clube do coração com entusiasmo.
Mas, acima de tudo, és um bom filho: educado, humilde, respeitador e com um coração generoso. Essas qualidades valem mais do que qualquer diploma ou qualquer vitória desportiva.
Parabéns pelos teus 22 anos, meu filho. Que a vida te continue a sorrir, que nunca te falte saúde, felicidade e força para realizares todos os teus sonhos.
Temos muito orgulho em ti.
Feliz aniversário! 💗🎉
🌙 AS NOITES DE VERÃO DA COVILHÃ NOS ANOS 80'
Houve um tempo em que as noites de verão não precisavam de Wi-Fi, nem de ecrãs iluminados para serem especiais.
Bastava o cair da noite.
Nos anos 80, a Covilhã transformava-se. O calor do dia dava lugar a uma brisa fresca que descia da Serra da Estrela e convidava toda a gente a sair de casa.
As portas abriam-se e, quase sem combinar, os vizinhos sentavam-se à soleira. Uns levavam uma cadeira de madeira, outros ficavam mesmo no degrau da entrada. As conversas prolongavam-se noite dentro. Falava-se da vida, do trabalho, da família, do futebol, das novidades da cidade... e, muitas vezes, nem era preciso dizer muito. O simples estarmos juntos já bastava.
As crianças eram donas da rua. Corriam, brincavam às escondidas, ao polícia e ladrão, ao lenço, às apanhadas... Riam sem preocupações, enquanto os pais mantinham um olhar atento, mas tranquilo. A rua era de todos e todos cuidavam de todos.
Outro destino obrigatório era o passeio até à Nossa Senhora da Conceição. Subir até lá era quase um ritual das noites quentes de verão. A vista sobre a cidade, iluminada pelas luzes amareladas, tinha uma magia difícil de explicar. Ficava-se ali largos minutos, apenas a apreciar o silêncio e a beleza da Covilhã.
E depois havia o nosso Jardim Público.
Era o verdadeiro coração da cidade nas noites de verão.
As crianças brincavam livremente enquanto os adultos percorriam, vezes sem conta, o passeio de alcatrão que rodeava o jardim. Outros preferiam os bancos, onde as conversas pareciam nunca ter fim.
Mas havia um lugar especial: junto às grades do jardim.
Quem ali parava ficava de frente para uma das paisagens mais bonitas da cidade. Quando o céu se enchia de estrelas e a Serra desenhava o horizonte, havia momentos em que ninguém dizia uma palavra. Bastava olhar. Bastava sentir. Era um espetáculo que a natureza oferecia todas as noites e que nunca cobrava bilhete.
Mas havia um lugar especial: junto às grades do jardim.
Quem ali parava ficava de frente para uma das paisagens mais bonitas da cidade. Quando o céu se enchia de estrelas e a Serra desenhava o horizonte, havia momentos em que ninguém dizia uma palavra. Bastava olhar. Bastava sentir. Era um espetáculo que a natureza oferecia todas as noites e que nunca cobrava bilhete.
E como esquecer o Largo do Calvário?
Era outro ponto de encontro de muitas gerações. Ali encontravam-se amigos, namorados, famílias inteiras. Conversava-se sem pressas, porque o tempo parecia correr mais devagar.
Era outro ponto de encontro de muitas gerações. Ali encontravam-se amigos, namorados, famílias inteiras. Conversava-se sem pressas, porque o tempo parecia correr mais devagar.
E as esplanadas…
O MONTALTO, o Primor e o Sporting eram muito mais do que cafés. Eram autênticas salas de estar ao ar livre. Entre um café, uma gasosa, um gelado ou uma cerveja fresca, faziam-se amizades, contavam-se histórias e viviam-se momentos que hoje continuam gravados na memória de quem teve a felicidade de os viver.
O MONTALTO, o Primor e o Sporting eram muito mais do que cafés. Eram autênticas salas de estar ao ar livre. Entre um café, uma gasosa, um gelado ou uma cerveja fresca, faziam-se amizades, contavam-se histórias e viviam-se momentos que hoje continuam gravados na memória de quem teve a felicidade de os viver.
Naquele tempo, não existiam telemóveis.
As pessoas olhavam umas para as outras, e não para um ecrã.
As gargalhadas eram verdadeiras.
Os silêncios eram confortáveis.
As amizades eram presenciais.
As pessoas olhavam umas para as outras, e não para um ecrã.
As gargalhadas eram verdadeiras.
Os silêncios eram confortáveis.
As amizades eram presenciais.
E a felicidade encontrava-se nas coisas mais simples.
Hoje temos muito mais tecnologia… mas talvez nos falte um pouco da serenidade dessas noites.
Quem viveu a Covilhã dos anos 80 sabe exatamente do que estou a falar.
Porque há memórias que o tempo nunca consegue apagar.
Quem viveu a Covilhã dos anos 80 sabe exatamente do que estou a falar.
Porque há memórias que o tempo nunca consegue apagar.
Bom dia para todos nós 🍀
ESCOLHER ENTRE O BEM E O MAL
Todos os dias, mesmo sem darmos por isso, a vida coloca-nos perante pequenas escolhas. Algumas parecem insignificantes, outras têm o poder de mudar completamente o nosso caminho. A verdade é que existe em cada um de nós a capacidade de distinguir o que nos faz bem daquilo que nos prejudica.
Escolher o bem nem sempre é a opção mais fácil. Exige coragem para dizer "não", humildade para reconhecer os erros e força para resistir ao que parece tentador, mas que, mais cedo ou mais tarde, acaba por nos cobrar um preço.
O mal, por outro lado, apresenta-se muitas vezes disfarçado de facilidade, de orgulho, de vingança ou de prazer imediato. Seduz-nos com a promessa de satisfação rápida, mas raramente nos oferece paz duradoura.
No fim de contas, somos o resultado das escolhas que fazemos. Cada decisão constrói ou destrói, aproxima-nos da serenidade ou afasta-nos dela. A felicidade não nasce do acaso, mas da capacidade de escolher, dia após dia, aquilo que alimenta a nossa consciência, fortalece o nosso caráter e nos permite olhar para o espelho sem arrependimentos.
Porque a verdadeira liberdade não está em poder fazer tudo, mas em saber escolher aquilo que nos torna melhores seres humanos.
Que nunca percamos a coragem de escolher o bem, mesmo quando ele exige mais esforço. Porque o bem pode não ser o caminho mais fácil, mas será sempre aquele que nos permite deitar a cabeça na almofada com a serenidade de quem viveu de acordo com a sua consciência.
A vida é feita de escolhas. E cada escolha escreve, silenciosamente, a história de quem somos.
Bom dia para todos nós 🍀
PORTUGAL - 2 CROÁCIA - 1
Gonçalo Ramos coloca Portugal nos oitavos de final do Mundial 2026
Perisic abriu a contagem na segunda parte depois de um bom primeiro tempo português. Ronaldo igualou de penálti, Ramos concluiu de cabeça o cruzamento de Leão depois dos 90 minutos.VERÃO AZUL… A SÉRIE QUE NUNCA ACABOU
Há séries que passam.
E há séries que ficam para sempre dentro de nós.
"Verão Azul" foi uma delas.
Estávamos em 1982. Eu tinha 19 anos e, todos os sábados à tarde, havia um ritual do qual ninguém me desviava. Sentava-me em frente ao velho televisor, ainda a preto e branco, e deixava de estar na Covilhã para viajar até Nerja, aquela pequena vila andaluza banhada pelo Mediterrâneo.
Durante quase uma hora, deixava de ser apenas um espectador.
Era mais um elemento daquele grupo de amigos.
Pedalava ao lado do Javi, do Pancho, do Quique, da Bea, da Desi, do Tito e do divertido Piraña. Ouvia os conselhos da Júlia e sonhava conhecer o inesquecível Chanquete.
A série falava de amizade verdadeira, do primeiro amor, das diferenças entre gerações, da liberdade, da ecologia, da adolescência e até de temas difíceis como o divórcio, o álcool e as drogas. Para a televisão da época, estava muitos anos à frente.
Pedalava ao lado do Javi, do Pancho, do Quique, da Bea, da Desi, do Tito e do divertido Piraña. Ouvia os conselhos da Júlia e sonhava conhecer o inesquecível Chanquete.
A série falava de amizade verdadeira, do primeiro amor, das diferenças entre gerações, da liberdade, da ecologia, da adolescência e até de temas difíceis como o divórcio, o álcool e as drogas. Para a televisão da época, estava muitos anos à frente.
Mas havia algo que a tornava ainda mais especial.
Não era apenas uma série.
Era um modo de viver.
Era a liberdade de andar de bicicleta sem destino.
Era passar o dia inteiro na rua com os amigos.
Era rir sem relógio.
Era sonhar sem telemóvel.
Era viver... simplesmente viver.
Era um modo de viver.
Era a liberdade de andar de bicicleta sem destino.
Era passar o dia inteiro na rua com os amigos.
Era rir sem relógio.
Era sonhar sem telemóvel.
Era viver... simplesmente viver.
E confesso uma coisa...
A Bea, interpretada por Pilar Torres, era o meu ideal de namorada. Bonita, simples, doce e genuína. Um daqueles amores platónicos que só existem quando somos jovens.
A Bea, interpretada por Pilar Torres, era o meu ideal de namorada. Bonita, simples, doce e genuína. Um daqueles amores platónicos que só existem quando somos jovens.
Os anos passaram.
Vieram os computadores, os telemóveis, a Internet e as redes sociais.
Vieram os computadores, os telemóveis, a Internet e as redes sociais.
Mas sempre que ouço a música de Verão Azul, volto instantaneamente a 1982.
Volto a ser aquele rapaz de 19 anos que acreditava que os verões eram eternos.
Volto a ser aquele rapaz de 19 anos que acreditava que os verões eram eternos.
Anos mais tarde comprei a coleção completa em DVD. Não foi apenas para rever uma série.
Foi para voltar a visitar um pedaço da minha juventude.
Foi para voltar a visitar um pedaço da minha juventude.
Foi precisamente por isso que escolhi VERÃO AZUL para dar nome ao meu blogue.
Porque há histórias que nunca terminam.
Continuam vivas dentro de quem as viveu.
Continuam vivas dentro de quem as viveu.
Afinal, quando uma série toca o coração de uma geração inteira, deixa de ser apenas televisão.
Passa a fazer parte da nossa vida.
Os inesquecíveis protagonistas:
Antonio Ferrandis — Chanquete, o velho marinheiro.
Miguel Joven — Tito, o mais novo do grupo.
Pilar Torres — Bea, irmã de Tito.
Juan José Artero — Javi, o líder do grupo.
José Luis Fernández — Pancho García.
Miguel Ángel Valero — Piraña, o inseparável amigo de Tito.
Gerardo Garrido — Quique, o melhor amigo de Javi.
Cristina Torres — Desi, a grande amiga de Bea.
María Garralón — Júlia, a pintora que ensinou que a vida também se pinta com o coração.
Antonio Ferrandis — Chanquete, o velho marinheiro.
Miguel Joven — Tito, o mais novo do grupo.
Pilar Torres — Bea, irmã de Tito.
Juan José Artero — Javi, o líder do grupo.
José Luis Fernández — Pancho García.
Miguel Ángel Valero — Piraña, o inseparável amigo de Tito.
Gerardo Garrido — Quique, o melhor amigo de Javi.
Cristina Torres — Desi, a grande amiga de Bea.
María Garralón — Júlia, a pintora que ensinou que a vida também se pinta com o coração.
Bom dia para todos nós 🍀
AS EXCURSÕES PAROQUIAIS QUE NUNCA MAIS VOLTARAM
Houve um tempo em que a felicidade cabia numa camioneta cheia de gente, num saco com sandes de fiambre, numa garrafa de laranjada e na ansiedade de uma viagem que começava ainda antes do nascer do sol.
Nos anos 70 e 80, as excursões paroquiais eram um dos grandes acontecimentos do ano. Durante semanas falava-se delas. Faziam-se as inscrições, preparavam-se os farnéis e contavam-se os dias que faltavam para partir.
Quem era novo nem sonhava ocupar um banco normal. O nosso lugar era na "cozinha", como chamávamos à parte de trás das camionetas. Era ali que ia a rapaziada. Entre gargalhadas, empurrões, jogos improvisados e conversas sem fim, fazíamos daquele pequeno espaço o melhor lugar do mundo.
E também porque podíamos fumar um cigarrito
E mal a camioneta arrancava começavam as cantilenas que todos sabíamos de cor.
"Senhor chauffeur, por favor, ponha o pé no acelerador... se bater não faz mal, vamos parar ao hospital!"
Cantávamos aquilo a plenos pulmões, para desespero do motorista, que fingia não ouvir enquanto sorria pelo canto da boca. Eram refrões inocentes, próprios de uma juventude despreocupada, que transformava qualquer quilómetro numa festa.
"Senhor chauffeur, por favor, ponha o pé no acelerador... se bater não faz mal, vamos parar ao hospital!"
Cantávamos aquilo a plenos pulmões, para desespero do motorista, que fingia não ouvir enquanto sorria pelo canto da boca. Eram refrões inocentes, próprios de uma juventude despreocupada, que transformava qualquer quilómetro numa festa.
Na nossa paróquia de Nossa Senhora da Conceição, essas excursões deixaram memórias que o tempo nunca conseguiu apagar. Fomos a Fátima, onde a fé e a amizade caminhavam lado a lado. Visitámos Évora, com as suas muralhas e ruas carregadas de história. Descobrimos a Figueira da Foz, onde muitos de nós sentíamos a emoção de voltar a ver o mar.
Mas a viagem que guardo com mais carinho foi a última, em 1983. O destino era Santiago de Compostela e, pelo caminho, pernoitávamos em Braga. Para muitos de nós, dormir fora de casa já era uma aventura. Havia sempre quem demorasse horas a adormecer, quem passasse o tempo a contar anedotas e quem acabasse por acordar toda a gente com mais uma gargalhada.
Não existiam telemóveis, nem selfies, nem redes sociais. As fotografias eram poucas, mas as recordações eram infinitas. Vivíamos o momento sem pensar em registá-lo. Talvez por isso tenha ficado tão bem gravado na memória.
As excursões eram muito mais do que uma simples viagem. Eram uma escola de convivência, de amizade e de entreajuda. Aproximavam gerações, fortaleciam laços e faziam da paróquia uma verdadeira família.
Hoje viaja-se com muito mais conforto. As camionetas são melhores, as estradas são mais seguras e chegamos muito mais depressa aos destinos. Mas, curiosamente, parece que já ninguém regressa com tantas histórias para contar.
Porque o que tornou aquelas excursões inesquecíveis nunca foram os quilómetros percorridos. Foram as pessoas. As gargalhadas na "cozinha" da camioneta. As cantorias que ecoavam estrada fora. O motorista que já conhecia as nossas partidas. Os lanches partilhados. A amizade sincera. A inocência de um tempo em que bastava uma viagem para sermos felizes.
Quem viveu essas excursões sabe exatamente do que estou a falar.
E, de vez em quando, basta ouvir ao longe uma velha camioneta ou recordar aquela cantilena para voltarmos a ser os miúdos de outrora, de mochila às costas e coração cheio, prontos para mais uma aventura.
Boa noite para todos nós ✨
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