VERÃO AZUL - O meu pequeno mundo🌎
Nem sempre o céu é azul... Nem sempre as tempestades duram...
AJUDA IMEDIATA ÀS VITIMA AFETADAS PELA TEMPESTADE
🌐As milhares de pessoas que foram afetadas pela tempestade não precisam de apoios morais de sofá, precisam sim de muitos braços de trabalho e ajuda imediata até porque outra tempestade se aproxima.
Sem luz e sem comunicações e portanto sem internet, os apoios morais de sofá não têm qualquer finalidade a não ser elevar o ego de quem os escreve. As pessoas estão desoladas e precisam de ajuda imediata, felizmente muito ajuda tem chegado de todo o país inclusive muita população anónima que se disponibilizou a irem para os locais atingidos. Não esquecer que além da destruição das casas muitas fábricas foram destruídas o que faz que muita gente tema pelos seus postos de trabalho. O apoio do governo também tem de ser rápido para não acontecer como em muitas outras ocasiões, as pessoas sobretudo as idosas estão desesperadas e precisam de todo o apoio possível mas no terreno e no imediato, não na bancada.
Já agora porque motivo os canais de televisão que todas as semanas fazem um prémio num montante em euros à custa de chamadas, não faziam um domingo especial com todo o dinheiro a reverter para os municípios afetados?
As vitimas da tempestade não precisam de incitamento de força e coragem, mas sim da ação de todos aqueles que se designarem ajudar no terreno das operações, ou que de outra maneira disponibilizem materiais e bens de forma pessoal ou anónima, esses é que merecem todo o nosso respeito e consideração.
Bem hajam!
Boa noite para todos nós🍀
A VIDA É UMA CONSTANTE APRENDIZAGEM
Aprendi a concorrer comigo próprio e não com os outros.
Aprendi a não ter medo de me expressar.
Aprendi a não ter medo de errar quando tenho de decidir.
Aprendi que quando se bate no fundo a única forma que tenho para sobreviver é reerguer-me.
Aprendi a bloquear pessoas da minha vida, a separar a semente do mal da semente do bem.
Não ter receio de dizer o que sinto só porque não agrada a todo@s.
Aprendi que os vícios são auto destruição, e mais que isso destrói a vida de quem mais gosta de nós.
Aprendi a dar valor às coisas simples da vida.
Sou feito de carne e osso e por isso vou cansar-me, vou parar, vou sofrer mas desistir nunca!
Aprendo todos os dias a ser mais forte, mais justo e melhor pessoa.
Vencer na vida é vencer a nós próprios e nunca subir às custas de pisar e humilhar os outros.
A ZONA HISTÓRICA DA CIDADE DA COVILHÃ
Seria injusto não lembrar aqui o Leal dos jornais outra das figuras da nossa praça.
Todo o comércio das ruas adjacentes do centro tinha clientes, tudo se vendia, tudo se comprava, aos sábados de manhã era um corrupio de gente que se movimentava em todas as direções com realce para a zona da Praça, onde saíam e chegavam as camionetes com destino a vários locais da cidade e Aldeia do Carvalho.
Pode ser nostalgia ou não, mas a meu ver hoje o centro da cidade está modificado para pior, ou mesmo muito pior...o comércio de outrora "morreu", as pessoas desapareceram do coração da cidade, os bairros da Biquinha e Municipal parecem ilhas, sem comércio, sem indústria, sem nadinha e não fossem os estudantes Universitários e o marasmo era total.
Assim os nossos representantes queiram.
DOS BEIJINHOS E COLARES DE PINHÕES AOS CARROS DE ROLAMENTOS
E quem nunca barrou as bolachas Maria com manteiga? Hoje as Oreo coravam de vergonha 😊
Em Julho pela feira de São Tiago, se nos portássemos bem lá ganhávamos um brinquedo de latão ou peças de cozinha em miniatura para as meninas, ou ainda uma pistola de fulminantes para brincar na rua aos Índios e aos cowboys.
E já tínhamos Walkie-Talkies, mas eram feitos com dois copos de plástico e um cordão, e também tínhamos carro mas eram de rolamentos e fazíamos grandes corridas na descida da Avenida Frei Heitor Pinto.
Ai, ai… esta malta não sabe o que ara adrenalina mesmo, e quando chegávamos com as calças rotas a casa é que era o bom e o bonito.
A vida é curta demais para ser desperdiçada apenas em valores materiais, é nos verdadeiros valores da vida que nos devemos focar, e eles crescem tão depressa que depois não há volta a dar.
A CHEGADA DO ROQUE SANTEIRO À COVILHÃ
O Mobiliário urbano era com publicidade, e frente à Caixa Geral de Depósitos estava o quiosque café/bar "O Verdinho".
Em 2000/2001 o Pelourinho voltaria a ser destruído para construírem os silos e à superfície construíram o conjunto arquitetónico que permaneceu até aos das de hoje.
O CICLO PREPARATÓRIO
O edifício sede era dividido pelo pátio das raparigas, piso superior com terraço, e pelo pátio dos rapazes, piso térreo onde ficava o pequeno pavilhão de Educação Física, onde tive aulas com o saudoso professor Guilherme.
No pátio dos rapazes onde se arranjava espaço para dar uns toques na bola, existiam umas escadas que pensávamos nós que eram acesso a umas catacumbas mas que mais não era do que a sala de educação musical.
Manuais, professor Isaac lembram-se? quem é da minha geração deve-se lembrar mais que bem,😔 trabalhos em Madeira, metal, cortiça e olaria, era a matéria que se dava nessa disciplina.
No mesmo anexo eram as aulas de desenho com a professora Ivone, também cheguei a ter o professor Cruz. O uso do compasso, do esquadro, da régua de 50 cm e do tira-linhas era obrigatório para aprender traçados, mediatrizes e polígonos regulares.
No ano seguinte entrei para o Liceu Nacional da Covilhã (Escola Frei Heitor Pinto).
Em 1979 o Ciclo Preparatório deixava esse local para se instalar provisoriamente nos Pavilhões da FAEC até se mudar definitivamente para o local onde hoje se encontra.