SPORTING TRICAMPEÃO DE ANDEBOL











 

MÃE QUE PARTISTE...


🌹Mãe que partiste cedo demais,
ficou o silêncio onde antes havia o teu colo.

Ficaram as memórias, os gestos,
o amor que nunca se apaga.

Hoje, no Dia da Mãe,
não te posso abraçar…
mas sinto-te em tudo o que sou.

Porque uma mãe nunca parte de verdade —
vive para sempre no coração de um filho. 

Para todas as Mães do meu pequeno mundo,
um feliz dia da mãe🌹



AS DORES QUE NINGUÉM VÊ

 🌼Há amigos a viver sós.

 🍂Há amigos a lutar em silêncio.

 🍂Há amigos com dores que ninguém vê.

Nem tudo é um mar de rosas…
mas também nenhuma tempestade dura para sempre.

Acredita.
Todos os dias são uma nova oportunidade para recomeçar.

Bom dia para todos nós 🍀



SERÁS SEMPRE A MINHA RUA

RUA COMENDADOR CAMPOS MELO, MAIS CONHECIDA POR RUA DIREITA, COVILHÃ, ANOS 70'

Quem vem do Jardim Público, do lado direito da rua, encontra a mercearia do Sr. Raul Paiva, carinhosamente tratado por “Menino” pelas suas clientes. Era o tempo das mercearias tradicionais, onde quase tudo se vendia a granel e se levavam as encomendas mais pesadas a casa. Era também a época em que a maioria das pessoas pagava quando recebia o salário.

Mesmo ali, no exterior da loja, estava o polícia sinaleiro, pois a rua tinha dois sentidos e era preciso controlar o trânsito que vinha do lado sul, da Aldeia do Carvalho, e do outro lado, do Pelourinho.

A alfaiataria do Sr. Mendes, um exímio alfaiate. Seguindo por esse lado, encontrávamos dois cafés seguidos: o Montanha (na altura propriedade do Sr. Laranjo) e o Danúbio, cujo proprietário era o meu saudoso pai, conhecido por todos como “Caninhas”. Quem conheceu sabe que qualquer um dos dois cafés tinha uma cave onde se podia jogar bilhar ou matraquilhos.

Em frente ao Danúbio ficava o edifício do Orfeão da Covilhã e, no piso superior, o Clube Nacional de Montanhismo. No rés do chão funcionava o Banco Lisboa e Açores. Mais à frente ficava a primeira loja do Sr. Diniz, que viria a abrir, em frente, uma das melhores lojas de comércio da cidade. Um pouco ao lado existia a loja do Sr. Zeca — lembro-me de que o Sr. Zeca da Pinheira oferecia prémios nos jogos do Sporting da Covilhã; entre esses prémios estavam camisas de marca para quem marcasse o golo da vitória. Outros tempos!

Continuando em direção ao Pelourinho, encontrávamos a Livraria Nacional do Sr. Santos, uma das melhores da cidade. Quero realçar que todos estes senhores eram de uma simpatia extrema: tratavam sempre muito bem os clientes, com um sorriso nos lábios.

Antes das escadas do Quebra-Costas estava o comércio do Sr. Pombo (Electro Selfe) e, em frente, a Casa Fael. Já com o centro da cidade à vista, não podemos esquecer a amabilidade do Sr. Esteves; a loja do Sr. Cardona, onde encontrávamos todo o tipo de ferramentas e acessórios; a sapataria do Sr. Gabinete; a Casa BRINCARTE, com os brinquedos e jogos da época; a Casa Sousa; a Farmácia Mendes; a Ourivesaria Pacheco, que antes estava instalada em São Silvestre; a Ourivesaria Patrão; Ourivesaria Tavares, Perfumaria Mário, Seguros Tranquilidade, Sr. Sardinha, Camolino, e o Café Leitão (o do café em saco). Perdoem-me todos aqueles de quem já não me recordo.

Logo de manhã, a rua era ocupada pelos operários que iam e vinham das fábricas, pelo primeiro autocarro que chegava da Aldeia, pela motorizada do padeiro, e pelas senhoras que iam cedo ao mercado (praça).

Era uma das ruas mais movimentadas da cidade, com o comércio a funcionar em pleno.

Saudades da neve a cair, das brincadeiras de Carnaval (quando se colocava uma moeda presa no passeio e as pessoas se baixavam para a apanhar sem conseguir), saudades de toda aquela gente boa que referi e que já não está entre nós… saudades do Jardim, saudades de ir pedir uma vela ao Sr. Paraíso, da agência funerária, quando faltava a luz, saudades do Natal em que as famílias se reuniam à mesa…

Seja como for, a rua continua lá — diferente, é certo, mas sempre linda. Será sempre a “minha” rua.

Bom dia para todos nós 🍀





DEPENDÊNCIAS E DEPRESSÕES

Nem sempre quem está mal mostra.
Às vezes… sorri.

Vivemos rodeados de sinais que ignoramos.
Dependências são mais visíveis — álcool, drogas, jogo.
Mas até aí, quem sofre… nega.

Já a depressão é silenciosa.
Cumprimenta-te, ri contigo…
e por dentro pode estar a desabar.

 Fica atento a sinais:
• Isolamento constante
• Mudanças bruscas de peso
• Olhar vazio
• Marcas no corpo
• Comportamentos estranhos

Pode não ser nada…
mas pode ser tudo.

Fala. Pergunta. Ouve.
Às vezes, uma conversa pode salvar uma vida.

As doenças mentais matam.
Estar atento… é ser amigo. 

Bom dia para todos nós🍀



REGRAS QUE SÃO SAUDADES

Hoje lembrei-me das frases dos meus pais…

Simples. Diretas. Mas cheias de tudo.

"Agasalha-te, que está frio."
"Quero-te em casa às 11."
"O jantar está pronto, vem já!"
"Já fizeste os deveres?"
"Não fales com estranhos."
"Não te demores… e traz o troco."
"Vai dormir, amanhã há escola."

E aquele olhar do meu pai… que dizia mais do que mil palavras.

Na altura eram regras.
Hoje são saudades.

E, sem percebermos, foram elas que nos fizeram quem somos.

Onde quer que estejam…
Obrigado, Pai.
Obrigado, Mãe.💗

Boa noite para todos nós🌙



Muito obrigado pela vossa visita

Voltem sempre...