🌙 AS NOITES DE VERÃO DA COVILHÃ NOS ANOS 80'

Houve um tempo em que as noites de verão não precisavam de Wi-Fi, nem de ecrãs iluminados para serem especiais.

Bastava o cair da noite.

Nos anos 80, a Covilhã transformava-se. O calor do dia dava lugar a uma brisa fresca que descia da Serra da Estrela e convidava toda a gente a sair de casa.

As portas abriam-se e, quase sem combinar, os vizinhos sentavam-se à soleira. Uns levavam uma cadeira de madeira, outros ficavam mesmo no degrau da entrada. As conversas prolongavam-se noite dentro. Falava-se da vida, do trabalho, da família, do futebol, das novidades da cidade... e, muitas vezes, nem era preciso dizer muito. O simples estarmos juntos já bastava.

As crianças eram donas da rua. Corriam, brincavam às escondidas, ao polícia e ladrão, ao lenço, às apanhadas... Riam sem preocupações, enquanto os pais mantinham um olhar atento, mas tranquilo. A rua era de todos e todos cuidavam de todos.

Outro destino obrigatório era o passeio até à Nossa Senhora da Conceição. Subir até lá era quase um ritual das noites quentes de verão. A vista sobre a cidade, iluminada pelas luzes amareladas, tinha uma magia difícil de explicar. Ficava-se ali largos minutos, apenas a apreciar o silêncio e a beleza da Covilhã.

E depois havia o nosso Jardim Público.

Era o verdadeiro coração da cidade nas noites de verão.

As crianças brincavam livremente enquanto os adultos percorriam, vezes sem conta, o passeio de alcatrão que rodeava o jardim. Outros preferiam os bancos, onde as conversas pareciam nunca ter fim.
Mas havia um lugar especial: junto às grades do jardim.
Quem ali parava ficava de frente para uma das paisagens mais bonitas da cidade. Quando o céu se enchia de estrelas e a Serra desenhava o horizonte, havia momentos em que ninguém dizia uma palavra. Bastava olhar. Bastava sentir. Era um espetáculo que a natureza oferecia todas as noites e que nunca cobrava bilhete.

E como esquecer o Largo do Calvário?
Era outro ponto de encontro de muitas gerações. Ali encontravam-se amigos, namorados, famílias inteiras. Conversava-se sem pressas, porque o tempo parecia correr mais devagar.

E as esplanadas…
O MONTALTO, o Primor e o Sporting eram muito mais do que cafés. Eram autênticas salas de estar ao ar livre. Entre um café, uma gasosa, um gelado ou uma cerveja fresca, faziam-se amizades, contavam-se histórias e viviam-se momentos que hoje continuam gravados na memória de quem teve a felicidade de os viver.

Naquele tempo, não existiam telemóveis.
As pessoas olhavam umas para as outras, e não para um ecrã.
As gargalhadas eram verdadeiras.
Os silêncios eram confortáveis.
As amizades eram presenciais.

E a felicidade encontrava-se nas coisas mais simples.

Hoje temos muito mais tecnologia… mas talvez nos falte um pouco da serenidade dessas noites.
Quem viveu a Covilhã dos anos 80 sabe exatamente do que estou a falar.
Porque há memórias que o tempo nunca consegue apagar.

Bom dia para todos nós 🍀



ESCOLHER ENTRE O BEM E O MAL

Todos os dias, mesmo sem darmos por isso, a vida coloca-nos perante pequenas escolhas. Algumas parecem insignificantes, outras têm o poder de mudar completamente o nosso caminho. A verdade é que existe em cada um de nós a capacidade de distinguir o que nos faz bem daquilo que nos prejudica.

Escolher o bem nem sempre é a opção mais fácil. Exige coragem para dizer "não", humildade para reconhecer os erros e força para resistir ao que parece tentador, mas que, mais cedo ou mais tarde, acaba por nos cobrar um preço.

O mal, por outro lado, apresenta-se muitas vezes disfarçado de facilidade, de orgulho, de vingança ou de prazer imediato. Seduz-nos com a promessa de satisfação rápida, mas raramente nos oferece paz duradoura.

No fim de contas, somos o resultado das escolhas que fazemos. Cada decisão constrói ou destrói, aproxima-nos da serenidade ou afasta-nos dela. A felicidade não nasce do acaso, mas da capacidade de escolher, dia após dia, aquilo que alimenta a nossa consciência, fortalece o nosso caráter e nos permite olhar para o espelho sem arrependimentos.

Porque a verdadeira liberdade não está em poder fazer tudo, mas em saber escolher aquilo que nos torna melhores seres humanos.

Que nunca percamos a coragem de escolher o bem, mesmo quando ele exige mais esforço. Porque o bem pode não ser o caminho mais fácil, mas será sempre aquele que nos permite deitar a cabeça na almofada com a serenidade de quem viveu de acordo com a sua consciência.

A vida é feita de escolhas. E cada escolha escreve, silenciosamente, a história de quem somos.

Bom dia para todos nós 🍀



PORTUGAL - 2 CROÁCIA - 1

 Gonçalo Ramos coloca Portugal nos oitavos de final do Mundial 2026

Perisic abriu a contagem na segunda parte depois de um bom primeiro tempo português. Ronaldo igualou de penálti, Ramos concluiu de cabeça o cruzamento de Leão depois dos 90 minutos.





VERÃO AZUL… A SÉRIE QUE NUNCA ACABOU

Há séries que passam.

E há séries que ficam para sempre dentro de nós.

"Verão Azul" foi uma delas.

Estávamos em 1982. Eu tinha 19 anos e, todos os sábados à tarde, havia um ritual do qual ninguém me desviava. Sentava-me em frente ao velho televisor, ainda a preto e branco, e deixava de estar na Covilhã para viajar até Nerja, aquela pequena vila andaluza banhada pelo Mediterrâneo.

Durante quase uma hora, deixava de ser apenas um espectador.

Era mais um elemento daquele grupo de amigos.
Pedalava ao lado do Javi, do Pancho, do Quique, da Bea, da Desi, do Tito e do divertido Piraña. Ouvia os conselhos da Júlia e sonhava conhecer o inesquecível Chanquete.
A série falava de amizade verdadeira, do primeiro amor, das diferenças entre gerações, da liberdade, da ecologia, da adolescência e até de temas difíceis como o divórcio, o álcool e as drogas. Para a televisão da época, estava muitos anos à frente.

Mas havia algo que a tornava ainda mais especial.

Não era apenas uma série.
Era um modo de viver.
Era a liberdade de andar de bicicleta sem destino.
Era passar o dia inteiro na rua com os amigos.
Era rir sem relógio.
Era sonhar sem telemóvel.
Era viver... simplesmente viver.

E confesso uma coisa...
A Bea, interpretada por Pilar Torres, era o meu ideal de namorada. Bonita, simples, doce e genuína. Um daqueles amores platónicos que só existem quando somos jovens.

Os anos passaram.
Vieram os computadores, os telemóveis, a Internet e as redes sociais.

Mas sempre que ouço a música de Verão Azul, volto instantaneamente a 1982.
Volto a ser aquele rapaz de 19 anos que acreditava que os verões eram eternos.

Anos mais tarde comprei a coleção completa em DVD. Não foi apenas para rever uma série.
Foi para voltar a visitar um pedaço da minha juventude.

Foi precisamente por isso que escolhi VERÃO AZUL para dar nome ao meu blogue.

Porque há histórias que nunca terminam.
Continuam vivas dentro de quem as viveu.

Afinal, quando uma série toca o coração de uma geração inteira, deixa de ser apenas televisão.

Passa a fazer parte da nossa vida.

Os inesquecíveis protagonistas:
Antonio Ferrandis — Chanquete, o velho marinheiro.
Miguel Joven — Tito, o mais novo do grupo.
Pilar Torres — Bea, irmã de Tito.
Juan José Artero — Javi, o líder do grupo.
José Luis Fernández — Pancho García.
Miguel Ángel Valero — Piraña, o inseparável amigo de Tito.
Gerardo Garrido — Quique, o melhor amigo de Javi.
Cristina Torres — Desi, a grande amiga de Bea.
María Garralón — Júlia, a pintora que ensinou que a vida também se pinta com o coração.

Bom dia para todos nós 🍀



AS EXCURSÕES PAROQUIAIS QUE NUNCA MAIS VOLTARAM

Houve um tempo em que a felicidade cabia numa camioneta cheia de gente, num saco com sandes de fiambre, numa garrafa de laranjada e na ansiedade de uma viagem que começava ainda antes do nascer do sol.

Nos anos 70 e 80, as excursões paroquiais eram um dos grandes acontecimentos do ano. Durante semanas falava-se delas. Faziam-se as inscrições, preparavam-se os farnéis e contavam-se os dias que faltavam para partir.

Quem era novo nem sonhava ocupar um banco normal. O nosso lugar era na "cozinha", como chamávamos à parte de trás das camionetas. Era ali que ia a rapaziada. Entre gargalhadas, empurrões, jogos improvisados e conversas sem fim, fazíamos daquele pequeno espaço o melhor lugar do mundo.

E também porque podíamos fumar um cigarrito 

E mal a camioneta arrancava começavam as cantilenas que todos sabíamos de cor.
"Senhor chauffeur, por favor, ponha o pé no acelerador... se bater não faz mal, vamos parar ao hospital!"
Cantávamos aquilo a plenos pulmões, para desespero do motorista, que fingia não ouvir enquanto sorria pelo canto da boca. Eram refrões inocentes, próprios de uma juventude despreocupada, que transformava qualquer quilómetro numa festa.

Na nossa paróquia de Nossa Senhora da Conceição, essas excursões deixaram memórias que o tempo nunca conseguiu apagar. Fomos a Fátima, onde a fé e a amizade caminhavam lado a lado. Visitámos Évora, com as suas muralhas e ruas carregadas de história. Descobrimos a Figueira da Foz, onde muitos de nós sentíamos a emoção de voltar a ver o mar.

Mas a viagem que guardo com mais carinho foi a última, em 1983. O destino era Santiago de Compostela e, pelo caminho, pernoitávamos em Braga. Para muitos de nós, dormir fora de casa já era uma aventura. Havia sempre quem demorasse horas a adormecer, quem passasse o tempo a contar anedotas e quem acabasse por acordar toda a gente com mais uma gargalhada.

Não existiam telemóveis, nem selfies, nem redes sociais. As fotografias eram poucas, mas as recordações eram infinitas. Vivíamos o momento sem pensar em registá-lo. Talvez por isso tenha ficado tão bem gravado na memória.

As excursões eram muito mais do que uma simples viagem. Eram uma escola de convivência, de amizade e de entreajuda. Aproximavam gerações, fortaleciam laços e faziam da paróquia uma verdadeira família.

Hoje viaja-se com muito mais conforto. As camionetas são melhores, as estradas são mais seguras e chegamos muito mais depressa aos destinos. Mas, curiosamente, parece que já ninguém regressa com tantas histórias para contar.

Porque o que tornou aquelas excursões inesquecíveis nunca foram os quilómetros percorridos. Foram as pessoas. As gargalhadas na "cozinha" da camioneta. As cantorias que ecoavam estrada fora. O motorista que já conhecia as nossas partidas. Os lanches partilhados. A amizade sincera. A inocência de um tempo em que bastava uma viagem para sermos felizes.

Quem viveu essas excursões sabe exatamente do que estou a falar.

E, de vez em quando, basta ouvir ao longe uma velha camioneta ou recordar aquela cantilena para voltarmos a ser os miúdos de outrora, de mochila às costas e coração cheio, prontos para mais uma aventura.

Boa noite para todos nós ✨



MEMÓRIAS DE SÃO FRANCISCO

Há Freguesias onde as pessoas vivem.

E há Freguesias que vivem para sempre dentro de nós.
São Francisco é uma delas.

Nasci na Rua Comendador Campos Melo, a nossa eterna Rua Direita, bem no coração da Covilhã. Foi ali que aprendi o verdadeiro significado da palavra infância. Uma infância sem telemóveis, sem internet, sem videojogos… mas com uma riqueza que hoje vale ouro: a liberdade.
O Jardim Público era o nosso mundo. Jogávamos às apanhadas, ao berlinde, aos castelos, às escondidas e inventávamos brincadeiras que duravam horas. Quando construíram o parque infantil, parecia que tínhamos recebido um parque de diversões. Quem não se lembra da "barca" constantemente virada ao contrário? Dos cavalinhos que pareciam andar à velocidade da luz? E dos baloiços onde acreditávamos que conseguíamos tocar no céu? 

No adro da Igreja de São Francisco jogava-se à bola, mesmo sabendo que, mais cedo ou mais tarde, o Sr. Padre apareceria à porta a ralhar connosco. Mas isso nunca nos demovia.
Juntávamos moedas entre todos e, com apenas 2$50, um de nós ia à loja do Sr. Raúl Paiva ou do Sr. Morão comprar uma bola de plástico. Vinham penduradas em enormes sacos à porta da loja. Duravam pouco… Bastava um remate mais forte e ficavam com uma forma que nem o melhor guarda-redes conseguia prever. 
E depois havia o inesquecível Campo das Festas. Que jogos épicos ali se fizeram! Havia equipas, árbitro, discussões, golos e muita paixão. O drama começava quando uma "rosca" mandava a bola até à Avenida Frei Heitor Pinto. Quem a fosse buscar tinha de descer… e depois subir tudo outra vez. Era o preço da glória.

Quando a barriga começava a dar horas, seguíamos para a padaria da Dona São, no Largo de Infantaria 21. Recebia-nos sempre com um sorriso. Era ali que as nossas mães compravam o pão e onde tantas vezes se dizia: "Fica na conta."

As festas de São João transformavam a Freguesia. Havia bailaricos, fogueiras, cheiro a rosmaninho, música e alegria até altas horas. Ainda me lembro do senhor que vendia bombinhas e estalinhos na Avenida Frei Heitor Pinto. No Carnaval vinham as garrafinhas de mau cheiro, as seringas de água e as batalhas que hoje fariam qualquer adulto entrar em pânico. Felizmente, naquele tempo ainda não existia a ASAE... nem as redes sociais para filmar tudo! 
E quem esquece os grandes bailes no Arsenal de São Francisco?
Os fins de semana de inverno eram outro espetáculo. Nos anos 70 e 80, centenas de autocarros chegavam à Covilhã rumo à Serra da Estrela. A cidade fervilhava de vida. Os hotéis estavam cheios, os cafés apinhados, o Teatro-Cine e o Cine Centro com lotações esgotadas. Lembro-me de muitas vezes nem conseguir entrar na Leitaria Triunfo, tal era a multidão.

Poderia escrever durante horas sobre São Francisco. Recordar vizinhos, comerciantes, jardineiros, funcionários da Biblioteca, dirigentes das coletividades, sacerdotes… Tenho receio de esquecer alguém, porque todos fizeram parte desta história.

Deixo um abraço muito especial ao Sr. Padre Fernando Brito, a todos os amigos dessa época e, sobretudo, aos nossos pais, muitos deles já ausentes, mas eternamente presentes naquilo que somos hoje.

Obrigado.
Obrigado por nos terem dado uma infância que nenhuma tecnologia conseguirá substituir.
Obrigado por nos ensinarem que a felicidade podia morar numa bola de plástico, num baloiço, numa fatia de pão ou numa rua cheia de amigos.

Porque nós não tivemos tudo…
Mas tivemos tudo o que realmente importava.

Bom dia para todos nós 🍀



O PROBLEMA DAS PESSOAS É NÃO DIZEREM O QUE PENSAM, MAS SIM O QUE OS OUTROS QUEREM OUVIR.


Vivemos numa época em que as palavras são escolhidas com mais cuidado do que os sentimentos. Antes de respondermos, pensamos se vamos agradar. Antes de dizermos o que realmente sentimos, perguntamos a nós próprios se alguém ficará ofendido, se perderemos uma amizade, um relacionamento ou até a aprovação de quem nos rodeia.

E, pouco a pouco, vamos vestindo máscaras.

Dizemos "está tudo bem" quando estamos por dentro a desabar. Sorrimos quando a vontade é chorar. Concordamos quando, no íntimo, discordamos. E elogiamos apenas porque o silêncio poderia ser mal interpretado.
O problema é que viver para agradar aos outros tem um preço muito elevado: deixamos de ser nós próprios.
Há quem passe anos a representar um papel. O amigo que nunca diz "não". O companheiro que aceita tudo para evitar discussões. O funcionário que se cala perante uma injustiça. O filho que escolhe uma vida que nunca desejou apenas para corresponder às expectativas da família.

A verdade é que quem vive constantemente preocupado em dizer aquilo que os outros querem ouvir acaba por esquecer aquilo que realmente pensa e sente.
Ser sincero não significa ser rude. Não significa magoar deliberadamente ninguém. Significa apenas ter a coragem de ser verdadeiro.

É possível dizer "não" com educação.
É possível discordar com respeito.
É possível terminar uma relação sem humilhar.
É possível dizer "gosto de ti", "tenho saudades" ou "estou magoado" sem vergonha.

Infelizmente, preferimos muitas vezes o conforto da mentira à responsabilidade da verdade.
Vivemos rodeados de pessoas que dizem "conta sempre comigo", mas desaparecem quando mais precisamos. De quem promete telefonar e nunca liga. 

De quem elogia pela frente e critica pelas costas. De quem diz "és importante" apenas porque fica bem dizê-lo.
As palavras perderam peso porque, demasiadas vezes, deixaram de nascer do coração.

Curiosamente, as pessoas que mais admiramos costumam ser aquelas que falam com autenticidade. Nem sempre dizem o que queremos ouvir, mas dizem aquilo em que acreditam. E isso transmite confiança.

A sinceridade pode, por vezes, criar um momento de desconforto. A falsidade cria uma vida inteira de desilusão.
Talvez esteja na altura de trocarmos a necessidade de aprovação pela tranquilidade da consciência. De falarmos menos para impressionar e mais para comunicar. De dizermos aquilo que sentimos, mesmo que nem todos concordem.

Porque quem gosta de nós apenas quando dizemos aquilo que quer ouvir nunca gostou verdadeiramente da nossa essência.

No final de tudo, as relações mais fortes não são construídas com frases bonitas, mas com verdades ditas com respeito. E talvez o mundo fosse um lugar mais leve se cada um tivesse menos medo de ser autêntico e mais coragem para deixar que a sua voz refletisse aquilo que o coração realmente sente.

Porque a pior mentira não é aquela que contamos aos outros… é aquela que repetimos a nós próprios todos os dias, apenas para sermos aceites.

Boa noite para todos nós 🌙



PORTUGAL EM SEGUNDO LUGAR NO GRUPO K

Portugal e Colômbia empatam numa partida sem golos e os sul-americanos ficam em primeiro do Grupo K, a equipa lusa fica em segundo. Portugal vai defrontar a Croácia nos 16 avos de final do Mundial'2026, à meia-noite da madrugada de quinta para sexta-feira (dia 2 para 3 de julho), em Toronto, no Canadá. Na outra partida do Grupo a RD Congo venceu com reviravolta (3-1) frente ao Uzbequistão, e conseguiu uma qualificação histórica para os 16 avos de final.



Muito obrigado pela vossa visita

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