UM ABRAÇO PARA O CÉU

 Os anos passam

 as memórias prevalecem 

 a saudade aumenta… 

Nunca por nunca esqueci

da tua fisionomia 

do teu sorriso

do teu beijo

Daqui para o céu

um abraço apertadinho

do teu querido filho

Amo-te Pai 🌹



MEMÓRIAS DO SERVIÇO MILITAR

Local: Hospital Militar Regional nº 2 - Coimbra
ano: 1984
especialidade: Socorrista

10 anos depois do 25 de Abril de 1974, cumpria o serviço militar no HMR2 de Coimbra.
A todos os meus camaradas da altura, um grande abraço, fazendo votos que se encontrem bem.
Para identificação, sou o que estou com a seta azul a indicar (cliquem na foto para ver maior).

Boa tarde para todos nós🍀 



SPORTING NOS QUARTOS DE FINAL DA LIGA DOS CAMPEÕES DEPOIS DE UMA REMONTADA ÉPICA

🍀A tarefa de virar uma desvantagem de três golos era hercúlea, exigia crença e esforço, e o Sporting teve-os. Desde o primeiro toque na bola que os leões caíram em cima do Bodø/Glimt, empurraram para trás os noruegueses, acumularam remates e foram marcando golos. Inácio, Pote e Suárez forçaram o prolongamento onde Maxi Araújo marcou o golo que pôs a equipa na frente da eliminatória. A reviravolta épica do Sporting só acabou nos 5-0 e os leões vão jogar os quartos de final da Liga dos Campeões.

Sublime🍀

Orgulho verde e branco 💚

ÉS ENORME SPORTING!!!



 


A MINHA ESCOLA PRIMÁRIA

Hoje as minhas memórias levam-me ao tempo da minha escola primária, um pouco em jeito de homenagem à minha professora, Dona Rosa, falecida na semana passada.

Da minha casa à escola distavam poucos metros de distância.- saía da minha residência com a pasta bem presa na mão, pisava as velhas pedras da rua Comendador Campos Melo e subia a Fernão Penteado, até dar de frente com a porta da escola da Dona Gabriela Seco.

A sala era pequenina mas acolhedora, nas paredes um quadro de ardósia, mapas de Portugal insular, Ultramarino e Continental e o crucifixo de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Os lugares nas carteiras eram sempre os mesmos, escolhidos pela professora no inicio do ano, o meu era um dos da frente, o que me permitia estar mais atento.
Apesar de na maioria das escolas primárias do Estado Novo as turmas serem constituídas apenas por rapazes ou raparigas, a nossa escola tinha turmas mistas o que facilitava as relações de amizade entre ambos os sexos, apenas o recreio era dividido, a parte de cima ficava para os rapazes pois tinha lá um pequeno campo para jogarmos à bola, com saída por um portão de ferro que ia dar à movimentada rua Rui Faleiro.

Ouvi histórias de amigos meus que tinham professores que lhes batiam a doer e lhes davam muitos castigos, felizmente eu não posso dizer o mesmo- nem eu, nem os meus colegas da altura.

A Dona Rosa era uma pessoa muito serena, quando entrava na sala todos nos calávamos e só nos sentávamos quando ela o fazia.
Tinha uma voz ternurenta e explicava tudo muito bem e explicitamente, escusado será dizer que não precisava mandar calar ninguém, bastava o olhar e continuava a dar a sua lição.
Quando algum de nós se portava mal tinha o seu castigo mas nada que não se aguentasse, não me recordo de nenhum castigo severo que a D. Rosa nos desse- ficar de pé a olhar para a parede ou umas reguadas de vez em quando, nada que não se aguentasse.

Os textos de português da 3ª classe eram os que mais ficaram na minha memória, escritos para as crianças entenderem e lindas gravuras que chamavam a atenção, dou como exemplo "As andorinhas", "A cigarra e a Formiga", "O rato do campo e da cidade", "Egas Moniz e a Honra", etc...

A caligrafia tinha de ser aperfeiçoada e para isso existiam os cadernos de duas linhas, a tabuada tinha de se saber na ponta da língua e sem vacilar, os rios, as serras, as linhas férreas de Portugal e das províncias ultramarinas- saber tudo isto sem pesquisar no Google meus amigo@s não era tarefa fácil 😊
Por isso quando íamos às compras com a nossa mãe o Sr. comerciante fazia as continhas todas de cabeça.

Um exame da quarta classe nesse tempo valia muito, era quase uma formação para um bom trabalho, quem fizesse o 5º ano (hoje 9º) era uma pessoa culta. Infelizmente perderam-se muitos bons valores individuais, pois tiveram de deixar a escola para ajudar os pais no sustento da casa.
Acredito que muitos operários agrícolas e fabris dos anos 60' e 70' podiam ter sido bons engenheiros, advogados ou qualquer outra profissão com formação Universitária.

No fundo, penso que todos os que estudámos nesse tempo, tivemos uma aprendizagem que com os anos se foi perdendo, muito às custas do desenvolvimento e novas tecnologias, a tabuada que tínhamos na cabeça, hoje está ao alcance de uma calculadora, assim as máquinas vão substituindo o trabalho humano e não sei até que ponto o Homem irá ficar escravo da máquina, o futuro o dirá…

Guardarei sempre boas recordações da minha instrução primária e D. Rosa, onde você estiver, obrigado de 💗

Na foto a escola da Dona Gabriela Seco na atualidade, rua Azedo Gneco na cidade da Covilhã.

Boa noite para todos nós🍀



UMA AVENTURA NAS PORTAS DO SOL - CAPÍTULO V

                                              Capítulo V
                                   O final do mistério


O grupo ficou algum tempo em silêncio no Miradouro das Portas do Sol. A noite tinha caído completamente sobre a Covilhã e as luzes da cidade brilhavam espalhadas pela encosta.
O velho António encostou-se ao muro do miradouro e olhou para baixo, para as ruas antigas.
— Quando eu era jovem — começou ele — estas ruas estavam cheias de vida. As fábricas de lanifícios trabalhavam dia e noite. O som dos teares ouvia-se por toda a cidade.
Hélder imaginava as fábricas cheias de trabalhadores.
— E os túneis? — perguntou.
— Serviam para muita coisa — respondeu António. — Para levar água da ribeira às fábricas, para transportar lã, e até para fugir em tempos difíceis.
Quim abriu novamente o mapa antigo.
— Então este mapa foi feito para guardar essa memória?
O velho assentiu.
— O meu amigo… o teu avô… tinha medo que estas histórias desaparecessem quando as fábricas fechassem. Por isso quis criar uma espécie de jogo… uma aventura… para que alguém voltasse a percorrer estes lugares.
Natércia sorriu.
— E resultou.
João olhou para a cidade.
— Passámos pelo Mercado Municipal da Covilhã, pela Igreja de Santa Maria, pelas antigas fábricas… e pelos estendedores de lã.
— E acabámos exatamente onde tudo começou — disse Francisco.
Paulo respirou o ar fresco da noite.
— Nas Portas do Sol.
António tirou do bolso um pequeno objeto embrulhado num pano antigo.
— Ainda falta uma coisa.
Colocou o objeto nas mãos de Quim.
Quando o pano foi aberto, apareceu uma pequena medalha antiga de bronze. Nela estava gravado um tear e a data 1898.
— Isto pertenceu ao primeiro mestre tecelão daquela fábrica onde estiveram — explicou António. — Quero que fiquem com ela.
— Mas porquê nós? — perguntou Natércia.
O velho sorriu.
— Porque foram curiosos. Porque caminharam pela cidade para descobrir a sua história. E porque perceberam que o verdadeiro tesouro não estava escondido numa caixa.
Paulo levantou a medalha à luz do candeeiro.
— Está aqui… — disse ele.
— A história da Covilhã — completou Hélder.
O vento soprou suavemente pelo miradouro, como se trouxesse ecos distantes das antigas fábricas e dos teares que um dia deram vida à cidade.
O velho António começou a afastar-se devagar pelas ruas estreitas.
— Espere! — chamou João. — Voltaremos a vê-lo?
António virou-se apenas uma vez.
— A cidade é cheia de histórias… quando precisarem de ajuda para encontrar outra, talvez eu apareça.
E desapareceu na noite.
Os seis amigos ficaram novamente sozinhos no miradouro. Lá em baixo, a cidade continuava viva.
Quim guardou cuidadosamente o mapa e a medalha.
— Sabem uma coisa? — disse ele.
— O quê? — perguntaram os outros.
— Acho que a Covilhã ainda tem muitos segredos escondidos.
Paulo sorriu.
— Então vamos continuar a procurá-los.
E assim terminou aquela aventura que começou no alto das Portas do Sol, mas que lhes mostrou algo muito mais importante:
que cada rua, cada escada e cada fábrica antiga guarda pedaços da memória de uma cidade.
E enquanto houver quem queira escutá-las…
essas histórias nunca desaparecerão.
                                               

                                                🌿FIM🌿

Bom dia para todos nós🍀



UMA AVENTURA NAS PORTAS DO SOL - CAPÍTULO IV

                                          Capítulo IV
                                    O Túnel escondido


 Os passos ecoavam dentro da fábrica abandonada. As sombras das antigas máquinas de lanifícios projetavam-se nas paredes, enquanto o grupo permanecia imóvel.
— Quem está aí? — perguntou Paulo com voz firme.
A silhueta aproximou-se lentamente, iluminada pela fraca luz que entrava por uma janela partida. Era um homem idoso, de boina escura e casaco gasto.
— Não precisam ter medo — disse ele com uma voz calma. — Eu sabia que um dia alguém iria encontrar este lugar.
— Quem é o senhor? — perguntou Natércia.
— Chamam-me António… trabalhei aqui quando esta fábrica ainda tinha vida.
Hélder olhou à volta para as máquinas antigas.
— Então isto era mesmo uma das antigas fábricas de lanifícios da Covilhã…
O velho assentiu.
— Houve um tempo em que a cidade inteira vivia da lã. As fábricas, os estendedores, a ribeira… tudo estava ligado.
Quim mostrou-lhe o mapa.
— Encontrámos isto.
O homem sorriu lentamente.
— Ah… então chegaram até aqui.
— O senhor conhece este mapa? — perguntou João.
— Conheço… porque fui eu que ajudei a desenhá-lo, há muitos anos.
Todos ficaram surpreendidos.
— Mas para quê? — perguntou Francisco.
O velho apontou para a porta trancada no fundo da fábrica.
— Porque o verdadeiro segredo ainda está por trás dessa porta.
Com um molho de chaves antigas tirado do bolso, António abriu lentamente a fechadura.
A porta rangeu… revelando outro túnel.
— Este é um dos túneis mais antigos da cidade — explicou ele. — Foi usado há mais de cem anos para ligar as fábricas aos pontos mais altos da cidade.
— E vai dar onde? — perguntou Natércia.
O velho sorriu.
— Sigam-me.
O grupo entrou no túnel. Era mais largo que o anterior e as paredes estavam feitas de pedra antiga. Durante vários minutos caminharam por uma galeria ligeiramente inclinada.
O ar começava a ficar mais fresco.
— Estamos a subir — disse Hélder.
Ao longe apareceu uma luz fraca.
Quim acelerou o passo.
De repente chegaram a uma escada de pedra. Subiram lentamente… até encontrarem uma pequena porta de madeira.
António empurrou-a.
A porta abriu-se.
E todos ficaram em silêncio.
Tinham saído… exatamente no Miradouro das Portas do Sol.
A cidade estava iluminada pelas luzes da noite. A serra da Estrela aparecia escura no horizonte.
— O túnel… vinha dar aqui… — disse João admirado.
António explicou:
— Antigamente este lugar era um ponto estratégico da cidade. Quem controlasse as Portas do Sol podia vigiar toda a Covilhã.
Paulo olhou para o velho.
— Então o mapa não era para encontrar um tesouro?
O homem sorriu.
— Era. Mas não de ouro.
Apontou para a cidade.
— O verdadeiro tesouro é conhecer as histórias escondidas da nossa terra.
O vento soprou suavemente no miradouro.
Quim dobrou o mapa com cuidado.
— Aposto que ainda existem mais túneis por descobrir.
António piscou o olho.
— Muito mais do que imaginam…
E naquele momento todos perceberam que aquela aventura… podia estar apenas a começar.

Continua…
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Boa tarde para todos nós🍀 





UMA AVENTURA NAS PORTAS DO SOL - CAPÍTULO III

                                             Capítulo III
                        O Segredo das Fábricas de Lanifícios


O silêncio tomou conta do grupo enquanto todos olhavam para a entrada escura do túnel junto aos antigos Estendedores de Lã da Covilhã.
— Isto parece coisa de filme… — murmurou Natércia.
Quim iluminou o interior com a lanterna de pilhas. O túnel era estreito, feito de pedra antiga e com marcas de humidade. O ar tinha um cheiro forte a terra e a lã molhada.
— Aposto que isto tem a ver com as fábricas antigas — disse Francisco.
— As fábricas de lanifícios? — perguntou João.
Hélder assentiu.
— Antigamente a Covilhã estava cheia delas. A água da ribeira fazia mover as máquinas. Talvez estes túneis servissem para transportar água… ou até mercadorias.
Paulo respirou fundo.
— Então vamos descobrir.
Um a um, entraram no túnel.
Durante alguns minutos caminharam lentamente, iluminando as paredes antigas. De repente, o túnel começou a subir ligeiramente e terminou numa pequena porta de ferro enferrujada.
Quim empurrou.
A porta abriu com um ranger longo.
Do outro lado apareceu o interior de um enorme edifício abandonado.
— Uau… — disse Natércia em voz baixa.
Estavam dentro de uma antiga fábrica de lanifícios.
Máquinas gigantes cobertas de pó ocupavam o espaço. Correias de couro pendiam do teto. No chão havia restos de fios de lã espalhados como se o tempo tivesse parado ali.
— Isto deve ter sido uma das antigas fábricas da cidade — disse Hélder.
Paulo apontou para uma placa enferrujada na parede.
— Aqui diz Fábrica de Lanifícios – 1898.
O vento entrava por janelas partidas, fazendo algumas chapas de metal bater lentamente.
CLANG… CLANG…
— Foi este o barulho que ouvimos antes — disse João.
De repente Francisco reparou numa coisa estranha.
— Olhem para o chão…
Havia pegadas recentes na poeira.
Todos ficaram imóveis.
— Alguém esteve aqui… há pouco tempo — sussurrou Natércia.
Quim aproximou a lanterna das pegadas.
— E não foi só uma pessoa…
Nesse momento ouviram um ruído vindo do fundo da fábrica.
Uma luz fraca acendeu-se por um instante… e voltou a apagar-se.
— Viram aquilo?! — disse Helder.
Paulo apertou os olhos tentando ver melhor.
Ao fundo da nave industrial, entre máquinas antigas e teares enferrujados, parecia haver movimento.
João falou muito baixinho:
— Talvez não sejamos os únicos a seguir o mapa…
O grupo aproximou-se devagar.
No fundo da fábrica encontraram outra porta antiga. Por cima estava gravado outro símbolo igual ao do mapa.
E por baixo, outra frase:
"Onde o som dos teares parou, a história ainda respira."
Quim tentou abrir a porta.
Mas estava trancada.
Foi então que ouviram passos… atrás deles.
Passos lentos.
Vindos da escuridão da fábrica abandonada.
Natércia virou-se devagar.
E na entrada da fábrica apareceu uma silhueta…
Alguém que parecia conhecer aquele lugar muito melhor do que eles.

Continua…
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Boa tarde para todos nós🍀



UMA AVENTURA NAS PORTAS DO SOL - CAPÍTULO II

                                            Capítulo II
                                 O mistério continua


  Já o sol desaparecia por detrás da serra quando os seis amigos continuavam sentados no Miradouro das Portas do Sol. A frase encontrada na caixa parecia ser o fim da aventura… mas o Quim continuava a olhar para o mapa antigo com ar desconfiado.
— Isto não faz sentido — murmurou ele.
— O quê? — perguntou Paulo.
— O meu avô nunca faria um mapa só para dizer uma frase bonita. Ele trabalhou muitos anos na indústria da lã… e conhecia todos os cantos da cidade.
Francisco pegou novamente no papel e aproximou-o da luz do candeeiro do miradouro.
— Esperem… — disse ele — há aqui umas marcas que não tínhamos visto!
Hélder tirou do bolso um pequeno isqueiro e aproximou a chama com cuidado do papel.
De repente começaram a aparecer linhas muito ténues… como se estivessem escritas com tinta invisível.
— Isto agora já parece coisa séria — disse João.
Natércia leu lentamente o que começava a surgir no mapa:
"Quando a sombra da igreja tocar o mercado, procurem onde a água correu sob a lã."
Os seis olharam uns para os outros.
— Água… lã… — repetiu Paulo.
Quim estalou os dedos.
— A ribeira! A antiga ribeira da Carpinteira que passava junto aos estendedores!
Sem perder tempo, desceram novamente pelas ruas antigas da Covilhã. A cidade estava mais silenciosa agora, apenas com algumas luzes acesas nas janelas.
Passaram novamente pela Igreja de Santa Maria, Pelourinho, jardim e rua da Indústria.
Quando chegaram aos antigos Estendedores de Lã da Covilhã, ouviram algo inesperado.
Um barulho metálico.
CLANG…
Todos pararam.
— Ouviram isto? — sussurrou Natércia.
O som vinha das antigas estruturas de ferro dos estendedores. João apontou para uma pedra grande junto ao chão, parcialmente coberta por musgo.
— Aquela pedra não estava ali antes…
Hélder e Paulo aproximaram-se e empurraram-na com esforço. A pedra moveu-se lentamente… revelando um pequeno buraco escuro.
— Parece uma entrada… — disse Francisco.
Quim, com os olhos a brilhar de entusiasmo, pegou na velha lanterna.
— Meus amigos… acho que acabámos de encontrar um túnel antigo.
— Um túnel? — disse Natércia — Debaixo da Covilhã?
Quim iluminou o interior. Via-se uma pequena galeria de pedra, muito antiga.
Na parede, gravado na rocha, estava um símbolo idêntico ao do mapa.
E por baixo, uma frase quase apagada:
"O verdadeiro segredo da cidade está guardado onde poucos se atrevem a entrar."
Os seis ficaram em silêncio.
— Então… — disse João, sorrindo — quem entra primeiro?
O vento frio da noite passou pelos estendedores de lã.
E lá em baixo, no túnel escuro, parecia ouvir-se novamente um som distante…
…como se alguém ou alguma coisa estivesse a mover-se nas profundezas da Covilhã.

Continua…

Boa tarde para todos nós🍀



Muito obrigado pela vossa visita

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