Cresci a ouvir os relatos do Sporting na rádio, com aquele nervosismo bom que só quem viveu esses tempos consegue entender. A imaginação fazia o resto… cada golo parecia ainda maior, cada vitória era celebrada como uma conquista da nossa própria família. A rádio unia casas, cafés, ruas inteiras e fazia bater milhares de corações ao mesmo ritmo.
Os meus ídolos tinham nomes eternos.
Héctor Yazalde, o goleador temível.
Vítor Damas, o eterno guardião leonino.
Rui Jordão, classe pura dentro de campo.
Joaquim Agostinho, um gigante do ciclismo que fazia Portugal parar.
Carlos Lopes e Fernando Mamede, homens que levaram o nome de Portugal e do Sporting mais longe.
Héctor Yazalde, o goleador temível.
Vítor Damas, o eterno guardião leonino.
Rui Jordão, classe pura dentro de campo.
Joaquim Agostinho, um gigante do ciclismo que fazia Portugal parar.
Carlos Lopes e Fernando Mamede, homens que levaram o nome de Portugal e do Sporting mais longe.
Ainda hoje guardo na memória a emoção de ver o grande Agostinho subir a serra na Volta a Portugal. As estradas cheias, o povo ao rubro, os aplausos sentidos… eram momentos que pareciam unir o país inteiro. E que orgulho foi também ver ao vivo jogadores como Rui Jordão, Manuel Fernandes, Ferenc Mészáros e António Oliveira. Jogadores que não vestiam apenas uma camisola… carregavam uma história inteira às costas.
E depois há a Taça de Portugal… ah, a Taça é sempre uma festa! É o futebol vivido na sua essência mais pura, onde o coração fala mais alto e onde o Sporting mostra a força do seu povo. Porque ser do Sporting não é apenas apoiar um clube. É sentir orgulho nas vitórias, manter a fé nas derrotas e continuar sempre ao lado do leão.
Viva o Sporting Clube de Portugal!
Um amor que não se explica… sente-se.
Um amor que não se explica… sente-se.
Bom domingo para todos nós🍀
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