Vivemos tempos em que, demasiadas vezes, o ódio parece falar mais alto do que o respeito, a intolerância tenta sobrepor-se ao diálogo e a divisão é alimentada por aqueles que sabem que um povo unido é sempre mais difícil de manipular.
Mas nunca podemos esquecer uma verdade essencial: não existe futuro onde reina o ódio, nem verdadeira humanidade onde falta o respeito pelo próximo.
Viver em paz não significa pensarmos todos da mesma forma. Não significa concordarmos com tudo, nem fecharmos os olhos ao que consideramos errado. Pelo contrário. A paz constrói-se precisamente quando, mesmo tendo opiniões diferentes, somos capazes de dialogar, respeitar e reconhecer no outro um ser humano com a mesma dignidade que nós.
Para quem acredita nos valores cristãos, a mensagem é clara e intemporal: amar o próximo, praticar o bem, perdoar, ajudar quem sofre e tratar os outros como gostaríamos de ser tratados. Jesus Cristo não ensinou o ódio, a discriminação ou a perseguição. Ensinou o amor, a compaixão, a humildade e a paz.
E é por isso que o racismo nunca poderá ser aceite por uma sociedade verdadeiramente humana e cristã.
Nenhuma pessoa é superior a outra pela cor da pele, pela sua origem, pela nacionalidade, pela religião ou pela condição social. Antes de qualquer rótulo, somos todos seres humanos. Todos choramos, todos sofremos, todos amamos e todos desejamos, no fundo, viver com dignidade e esperança.
Nenhuma pessoa é superior a outra pela cor da pele, pela sua origem, pela nacionalidade, pela religião ou pela condição social. Antes de qualquer rótulo, somos todos seres humanos. Todos choramos, todos sofremos, todos amamos e todos desejamos, no fundo, viver com dignidade e esperança.
Também devemos estar atentos aos falsos profetas. Aos que aparecem com discursos aparentemente salvadores, prometendo resolver tudo através do medo, do ódio e da divisão. Aos que apontam sempre um inimigo para esconder os verdadeiros problemas. Aos que usam a fé para manipular, a mentira para convencer e a revolta para conquistar poder.
Nem todos os que falam de Deus vivem segundo os seus ensinamentos. Nem todos os que falam de paz trabalham verdadeiramente para a alcançar. Nem todos os que prometem salvar o povo estão interessados no bem do povo.
Por isso, é fundamental pensar, ouvir, questionar e não entregar a nossa consciência a ninguém.
Por isso, é fundamental pensar, ouvir, questionar e não entregar a nossa consciência a ninguém.
E aqui entra outro dos maiores poderes que possuímos numa sociedade democrática: o voto.
Votar não é apenas colocar uma cruz num boletim. É assumir uma responsabilidade. É escolher, de forma livre e pacífica, o rumo que desejamos para a nossa terra, para o nosso país e para o futuro dos nossos filhos e netos.
Votar não é apenas colocar uma cruz num boletim. É assumir uma responsabilidade. É escolher, de forma livre e pacífica, o rumo que desejamos para a nossa terra, para o nosso país e para o futuro dos nossos filhos e netos.
O voto pode fazer a diferença.
Pode ser usado para apoiar aqueles que defendem o respeito, a justiça, a verdade e a dignidade humana. Ou pode, quando mal pensado e entregue ao medo, abrir portas à intolerância, à mentira e à divisão.
Cada voto é uma voz. E cada voz tem o poder de ajudar a escolher entre caminhos que aproximam as pessoas e caminhos que as afastam.
Pode ser usado para apoiar aqueles que defendem o respeito, a justiça, a verdade e a dignidade humana. Ou pode, quando mal pensado e entregue ao medo, abrir portas à intolerância, à mentira e à divisão.
Cada voto é uma voz. E cada voz tem o poder de ajudar a escolher entre caminhos que aproximam as pessoas e caminhos que as afastam.
Não devemos votar por ódio. Não devemos votar movidos pela mentira. Não devemos votar apenas porque alguém grita mais alto ou promete aquilo que sabemos ser impossível.
Devemos votar com consciência, com responsabilidade e, acima de tudo, com humanidade.
Devemos votar com consciência, com responsabilidade e, acima de tudo, com humanidade.
Porque o verdadeiro progresso não se mede apenas pela riqueza de uma nação. Mede-se pela forma como tratamos os mais frágeis, os idosos, as crianças, os pobres, os diferentes e todos aqueles que, por alguma razão, precisam de uma mão estendida em vez de um dedo acusador.
A paz começa em cada um de nós.
Começa nas palavras que escolhemos.
Na forma como falamos de quem é diferente.
Na capacidade de discordar sem insultar.
Na coragem de combater o mal sem nos transformarmos naquilo que condenamos.
Começa nas palavras que escolhemos.
Na forma como falamos de quem é diferente.
Na capacidade de discordar sem insultar.
Na coragem de combater o mal sem nos transformarmos naquilo que condenamos.
O mundo não precisa de mais muros entre as pessoas. Precisa de mais pontes.
Não precisa de mais racismo. Precisa de respeito.
Não precisa de falsos salvadores. Precisa de pessoas verdadeiras.
Não precisa de mais ódio. Precisa de amor, justiça, consciência e paz.
Não precisa de mais racismo. Precisa de respeito.
Não precisa de falsos salvadores. Precisa de pessoas verdadeiras.
Não precisa de mais ódio. Precisa de amor, justiça, consciência e paz.
Que nunca nos falte coragem para defender aquilo em que acreditamos, mas que nunca percamos a capacidade de respeitar quem pensa de forma diferente.
Porque podemos escolher lados, ideias e caminhos, mas nunca devemos perder os valores que nos tornam humanos.
Que a nossa voz seja pela paz. Que o nosso coração seja pelo bem. E que as nossas escolhas sejam sempre feitas com consciência, para que nunca seja o ódio a decidir o futuro que pertence a todos nós.
A paz não é fraqueza. A paz é uma das maiores forças que o ser humano pode ter.
Bom dia para todos nós 🍀
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