Porque, no fim de contas, a opinião que realmente importa é aquela que tens quando te olhas ao espelho.
🌿VIVE PARA AGRADAR A TI, E NÃO AOS OUTROS
Porque, no fim de contas, a opinião que realmente importa é aquela que tens quando te olhas ao espelho.
🌿 VIVER É MUITO MAIS DO QUE EXISTIR 🌿
FÉRIAS 2026
🌿AS NOSSAS FORÇAS INTERIORES E EXTERIORES
🌿BELÍSSIMOS DIAS DE VERÃO
O EMIGRANTE
Estamos na época em que os emigrantes se juntam às famílias.
Dedico este tema a todos os emigrantes e seguidores do meu blogue
Bom fim de semana!
A FÉ É ESSENCIAL PARA QUEM ACREDITA
🌿CONFIANÇA E PERSISTÊNCIA
PROVÉRBIOS POPULARES DO MÊS DE JULHO
🌿SOL E SOMBRA
NASCER DO SOL NA COVILHÃ
Quando o sol nasce na cidade da Covilhã, o espetáculo é simplesmente inesquecível. Há momentos em que o céu se veste de tons avermelhados e parece incendiar o horizonte, enquanto o sol desponta do lado de Espanha. Quantas vezes contemplei esse cenário dos miradouros do Jardim Público! E, se a brisa fresca descesse da Serra, então a natureza oferecia-nos uma verdadeira obra de arte.
A Covilhã sempre foi uma cidade de ruas e escadarias íngremes. Foi nelas que cresci. Foi nelas que corri, caí, me levantei e fui feliz. Não havia atalhos que não conhecêssemos, nem caminhos que nos metessem medo. O sol nascia... e nós saíamos para viver mais um dia. Tínhamos pouco, é verdade, mas possuíamos uma riqueza que hoje parece cada vez mais rara: uma amizade sincera e um coração cheio de sonhos.
Quantas vezes, no verão, subíamos a pé até às Penhas da Saúde! Descobríamos a serra palmo a palmo, saltávamos de rocha em rocha, seguíamos o curso dos riachos e fazíamos da natureza o nosso maior parque de diversões. Horas intermináveis na piscina, jogos que pareciam nunca acabar e serões de brincadeiras que enchiam as ruas de gargalhadas.
Depois chegava o pôr do sol... outro espetáculo inesquecível. O sol escondia-se por detrás da majestosa Serra da Estrela e uma brisa fresca invadia a cidade. Ainda hoje consigo sentir esse arrepio bom a percorrer-me a espinha. As noites pertenciam às pessoas: os adultos conversavam sentados nas soleiras das portas e nós brincávamos até que o sono nos vencesse, desejando apenas que a noite nunca terminasse.
Numa época em que grande parte da cidade vivia da indústria dos lanifícios, ficar na rua até às 23h00 já era uma pequena vitória. Eram tempos de menos consumismo e de muito mais humanidade. Tempos em que um aperto de mão valia mais do que um contrato e em que a palavra dada era um compromisso para a vida.
Hoje temos muito mais... mas, por vezes, sentimos muito menos.
Talvez a verdadeira riqueza nunca tenha estado naquilo que possuíamos, mas na forma como vivíamos.
Bom dia para todos nós.
🌿POR MINHA CULPA
A CONFIANÇA
A VIDA É COMO UM JOGO
🌿SONHO
🌿 TIPOS DE PESSOAS QUE NOS CERCAM
DOMINGO COM FÉ
Bom domingo caros seguidores;
A praticamente 15 dias das minhas férias profissionais, este ano sem a tradicional visita a Fátima pois a casa parece uma enfermaria, o Fábio a recuperar da perna, está a correr maravilhosamente bem, e a Ana que não melhora do seu problema, exames e mais exames e não se descobre nada. A ver se estes últimos que foi fazer revelam alguma coisa.
Estas férias além de descansar, como sempre faço, tenho umas tarefas caseiras para concretizar e assim vou passando o tempo. Não vai faltar o meu dia de fotografo, para a página do FACEBOOK "Correio da Covilhã", e à apresentação da equipa do Sporting Clube da Covilhã na preparação para a Liga 3. Também tenciono comprar uma roupa e calçado para as próximas estações.
No campeonato do mundo de Futebol, Portugal saiu nos oitavos de final como aqui foi mencionado no blogue. Este é dos anos que tenho assistido a mais jogos de futebol. Do que já vi e em minha opinião a França é favorita.
E por ser domingo vou acender duas velinhas a Nossa Senhora aqui em casa, a fé ajuda para quem acredita.
Abraço.
AMIGOS E CONHECIDOS
Os conhecidos sabem quem somos. Os amigos conhecem aquilo que somos.
❤️ AMAR É SABER DAR E RECEBER ❤️
Mas também é saber receber o carinho, a atenção e o amor que o outro nos oferece.
É perdoar quando há arrependimento, conversar quando existem diferenças e permanecer quando seria mais fácil desistir.
É um abraço dado no momento certo.
Uma mão estendida quando tudo parece desabar.
Um olhar que transmite paz sem precisar de uma única palavra.
O verdadeiro amor não se mede pela quantidade de presentes, nem pelas fotografias perfeitas nas redes sociais.
Pela confiança.
Pelo respeito.
Pela lealdade.
Porque amar é estar... mesmo quando a vida não sorri.
Não prende.
Não humilha.
Não faz do outro uma propriedade.
Cuida das palavras para não ferir.
Cuida dos gestos para não magoar.
Cuida da relação todos os dias, porque sabe que o amor é como um jardim: se deixar de ser regado, acaba por murchar.
É encontrar alguém imperfeito e, todos os dias, escolher continuar a caminhar ao seu lado.
Porque, no fim da vida, dificilmente nos lembraremos do dinheiro que ganhámos ou dos bens que acumulámos.
HÁ 16 ANOS NA REDE SOCIAL FACEBOOK
Um abraço.
🌿 A CULPA NEM SEMPRE É DOS OUTROS 🌿
Ninguém nos obrigou a beber
Ninguém nos obrigou a fumar
Ninguém nos obrigou a confiar em quem não merecia.
Ninguém nos obrigou a desistir dos nossos sonhos, a desperdiçar oportunidades ou a seguir caminhos que sabíamos, lá no fundo, que nos fariam mal.
Porque assumir a responsabilidade pelas nossas escolhas exige coragem. Muito mais coragem do que encontrar um culpado.
Todos erramos.
O problema não está no erro, mas em passarmos uma vida inteira a culpar os outros pelas consequências das nossas próprias decisões.
Quem assume os seus erros transforma as derrotas em aprendizagem.
"Quem me fez isto?"
E começamos a perguntar:
"O que posso aprender com isto?"
Não podemos apagar decisões mal tomadas.
Mas podemos decidir que elas não voltarão a definir o nosso futuro.
Está dentro de nós: o orgulho que não nos deixa admitir que também falhámos.
Torna-nos mais fortes.
Mais humildes.
Mais livres.
Exige pessoas capazes de aprender, de recomeçar e de ter a honestidade de olhar ao espelho e dizer:
"Fui eu que errei. Agora também serei eu a reconstruir-me."
ADEUS MUNDIAL
🧸 BRINQUEDOS DE INFÂNCIA
Eram brinquedos tradicionais, fabricados artesanalmente em chapa de folha-de-flandres, resistentes, coloridos e acessíveis à carteira dos nossos pais. Nas feiras e mercados faziam as delícias de miúdos e graúdos.
PARABÉNS FÁBIO
Como bom apaixonado pelo futebol, nunca escondeu a sua simpatia pelo Sporting Clube de Braga, apoiando sempre o clube do coração com entusiasmo.
Mas, acima de tudo, és um bom filho: educado, humilde, respeitador e com um coração generoso. Essas qualidades valem mais do que qualquer diploma ou qualquer vitória desportiva.
Parabéns pelos teus 22 anos, meu filho. Que a vida te continue a sorrir, que nunca te falte saúde, felicidade e força para realizares todos os teus sonhos.
Temos muito orgulho em ti.
Feliz aniversário! 💗🎉
🌙 AS NOITES DE VERÃO DA COVILHÃ NOS ANOS 80'
Mas havia um lugar especial: junto às grades do jardim.
Quem ali parava ficava de frente para uma das paisagens mais bonitas da cidade. Quando o céu se enchia de estrelas e a Serra desenhava o horizonte, havia momentos em que ninguém dizia uma palavra. Bastava olhar. Bastava sentir. Era um espetáculo que a natureza oferecia todas as noites e que nunca cobrava bilhete.
Era outro ponto de encontro de muitas gerações. Ali encontravam-se amigos, namorados, famílias inteiras. Conversava-se sem pressas, porque o tempo parecia correr mais devagar.
O MONTALTO, o Primor e o Sporting eram muito mais do que cafés. Eram autênticas salas de estar ao ar livre. Entre um café, uma gasosa, um gelado ou uma cerveja fresca, faziam-se amizades, contavam-se histórias e viviam-se momentos que hoje continuam gravados na memória de quem teve a felicidade de os viver.
As pessoas olhavam umas para as outras, e não para um ecrã.
As gargalhadas eram verdadeiras.
Os silêncios eram confortáveis.
As amizades eram presenciais.
Quem viveu a Covilhã dos anos 80 sabe exatamente do que estou a falar.
Porque há memórias que o tempo nunca consegue apagar.
ESCOLHER ENTRE O BEM E O MAL
PORTUGAL - 2 CROÁCIA - 1
Gonçalo Ramos coloca Portugal nos oitavos de final do Mundial 2026
Perisic abriu a contagem na segunda parte depois de um bom primeiro tempo português. Ronaldo igualou de penálti, Ramos concluiu de cabeça o cruzamento de Leão depois dos 90 minutos.VERÃO AZUL… A SÉRIE QUE NUNCA ACABOU
Pedalava ao lado do Javi, do Pancho, do Quique, da Bea, da Desi, do Tito e do divertido Piraña. Ouvia os conselhos da Júlia e sonhava conhecer o inesquecível Chanquete.
A série falava de amizade verdadeira, do primeiro amor, das diferenças entre gerações, da liberdade, da ecologia, da adolescência e até de temas difíceis como o divórcio, o álcool e as drogas. Para a televisão da época, estava muitos anos à frente.
Era um modo de viver.
Era a liberdade de andar de bicicleta sem destino.
Era passar o dia inteiro na rua com os amigos.
Era rir sem relógio.
Era sonhar sem telemóvel.
Era viver... simplesmente viver.
A Bea, interpretada por Pilar Torres, era o meu ideal de namorada. Bonita, simples, doce e genuína. Um daqueles amores platónicos que só existem quando somos jovens.
Vieram os computadores, os telemóveis, a Internet e as redes sociais.
Volto a ser aquele rapaz de 19 anos que acreditava que os verões eram eternos.
Foi para voltar a visitar um pedaço da minha juventude.
Continuam vivas dentro de quem as viveu.
Antonio Ferrandis — Chanquete, o velho marinheiro.
Miguel Joven — Tito, o mais novo do grupo.
Pilar Torres — Bea, irmã de Tito.
Juan José Artero — Javi, o líder do grupo.
José Luis Fernández — Pancho García.
Miguel Ángel Valero — Piraña, o inseparável amigo de Tito.
Gerardo Garrido — Quique, o melhor amigo de Javi.
Cristina Torres — Desi, a grande amiga de Bea.
María Garralón — Júlia, a pintora que ensinou que a vida também se pinta com o coração.
AS EXCURSÕES PAROQUIAIS QUE NUNCA MAIS VOLTARAM
"Senhor chauffeur, por favor, ponha o pé no acelerador... se bater não faz mal, vamos parar ao hospital!"
Cantávamos aquilo a plenos pulmões, para desespero do motorista, que fingia não ouvir enquanto sorria pelo canto da boca. Eram refrões inocentes, próprios de uma juventude despreocupada, que transformava qualquer quilómetro numa festa.