Que apregoam bondade, mas vivem de aparências.
Que dizem ser luz, mas carregam sombra no coração.
Que estendem a mão em público, mas fecham-na em privado.
Vivemos num tempo em que muitos anunciam o bem como se fosse troféu.
Mostram, exibem, contam, publicam…
como se a solidariedade precisasse de plateia
e o amor tivesse de vir acompanhado de aplausos.
Mostram, exibem, contam, publicam…
como se a solidariedade precisasse de plateia
e o amor tivesse de vir acompanhado de aplausos.
Mas depois existem os outros.
Os que ajudam em silêncio.
Os que estendem a mão sem perguntar quem está a ver.
Os que dão sem esperar retribuição.
Os que aliviam a dor dos outros sem fazer disso bandeira.
Os que estendem a mão sem perguntar quem está a ver.
Os que dão sem esperar retribuição.
Os que aliviam a dor dos outros sem fazer disso bandeira.
Esses são os maiores.
Porque a verdadeira bondade não faz barulho.
A verdadeira generosidade não precisa de palco.
E o amor, quando é sincero, não vem com fatura nem com publicidade.
A verdadeira generosidade não precisa de palco.
E o amor, quando é sincero, não vem com fatura nem com publicidade.
Gabarmo-nos do bem que fazemos tira-lhe pureza.
Transforma a dádiva em vaidade.
E quando a ajuda serve para alimentar o ego, já não nasce do coração — nasce da necessidade de ser visto.
Transforma a dádiva em vaidade.
E quando a ajuda serve para alimentar o ego, já não nasce do coração — nasce da necessidade de ser visto.
Ajudar por amor é outra coisa.
É dar sem contar.
É estar sem cobrar.
É fazer o bem e seguir caminho, em silêncio, com a alma em paz.
É dar sem contar.
É estar sem cobrar.
É fazer o bem e seguir caminho, em silêncio, com a alma em paz.
No fim, quem mais merece admiração nem sempre é quem mais aparece.
É, quase sempre, quem mais ama… sem precisar que o mundo saiba.
Bom dia para todos nós 🍀
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