PORQUE HOJE É DOMINGO
Escrever num blogue nem sempre é fácil, não por falta de tempo mas porque por vezes não me ocorre nada ou simplesmente não estou inspirado ou ainda por preguiça.
Hoje por ser domingo e porque tenho um tempo aqui sentado no meu sofá, vou dar as minhas opiniões pelo que se vai passando na sociedade.
Mais logo serão conhecidos os resultados das eleições Gregas, tudo indica que vai vencer um partido que não é habitual vencer e se isso acontecer vence o povo e vence a democracia.
Deu há pouco nas noticias os meus conterrâneos que se deslocaram a Évora segundo dizem para dar um abraço ao amigo José Sócrates. Pelo que me deu a ver pela TV amigos são muito poucos quanto muito conhecidos, e como conhecidos o José a esta hora deve estar a pensar " tenho mesmo poucos apoiantes". Deixem a justiça funcionar e no fim logo se vê.
No decorrer da semana foi apresentado no parlamento propostas de lei para adoção plena de casais homossexuais e pela quarta vez não passou. Numa altura que se veem pessoas a morrer em hospitais e quando muitos casais hétero esperam e desesperam por adotar, continua-se a insistir em fazer passar uma lei que ainda gera muita controvérsia.
Continuam-se a matar mulheres como quem se mata uma galinha, a celebre frase ninguém é de ninguém, ainda não chegou a muitos lares, destroem-se vidas e ficam crianças com traumas para a vida. Agilidade na justiça e penas pesadas para crimes de violência doméstica.
Termino com uma citação do Papa Francisco "Não chores pelo que perdeste, luta pelo que tens. Não chores pelo que está morto, luta por aquilo que nasceu em ti. Não chores por quem te abandonou, luta por quem está contigo. Não chores por quem te odeia, luta por quem te quer. Não chores pelo teu passado, luta pelo teu presente. Não chores pelo teu sofrimento, luta pela tua felicidade. Com as coisas que vão nos acontecendo vamos aprendendo que nada é impossível de solucionar, apenas siga adiante".
Hoje por ser domingo e porque tenho um tempo aqui sentado no meu sofá, vou dar as minhas opiniões pelo que se vai passando na sociedade.
Mais logo serão conhecidos os resultados das eleições Gregas, tudo indica que vai vencer um partido que não é habitual vencer e se isso acontecer vence o povo e vence a democracia.
Deu há pouco nas noticias os meus conterrâneos que se deslocaram a Évora segundo dizem para dar um abraço ao amigo José Sócrates. Pelo que me deu a ver pela TV amigos são muito poucos quanto muito conhecidos, e como conhecidos o José a esta hora deve estar a pensar " tenho mesmo poucos apoiantes". Deixem a justiça funcionar e no fim logo se vê.
No decorrer da semana foi apresentado no parlamento propostas de lei para adoção plena de casais homossexuais e pela quarta vez não passou. Numa altura que se veem pessoas a morrer em hospitais e quando muitos casais hétero esperam e desesperam por adotar, continua-se a insistir em fazer passar uma lei que ainda gera muita controvérsia.
Continuam-se a matar mulheres como quem se mata uma galinha, a celebre frase ninguém é de ninguém, ainda não chegou a muitos lares, destroem-se vidas e ficam crianças com traumas para a vida. Agilidade na justiça e penas pesadas para crimes de violência doméstica.
Termino com uma citação do Papa Francisco "Não chores pelo que perdeste, luta pelo que tens. Não chores pelo que está morto, luta por aquilo que nasceu em ti. Não chores por quem te abandonou, luta por quem está contigo. Não chores por quem te odeia, luta por quem te quer. Não chores pelo teu passado, luta pelo teu presente. Não chores pelo teu sofrimento, luta pela tua felicidade. Com as coisas que vão nos acontecendo vamos aprendendo que nada é impossível de solucionar, apenas siga adiante".
![]() |
| Igreja de Nossa Senhora da Conceição - Covilhã - |
TOLERÂNCIA A QUANTO OBRIGAS!
As aulas até podem começar mais tarde que a gente tolera, a recolha do lixo pode ser adiada um dia que se tolera, o multibanco pode estar avariado que continuamos a tolerar, mas...listas de espera de 10 e mais horas na urgência é que já não se tolera, porque depois disso ninguém cá fica para contar...
TRÊS ANOS SEM FUMAR
O que ganhei nestes três anos sem fumar?
Mais Saúde- Respiro melhor, movimento-me melhor e mais higiene oral.
Mais Auto-estima- Acredito nas minhas capacidades com mais facilidade.
Mais Dinheiro- Apesar de não ficar rico o dinheiro que gastava com o tabaco é agora canalizado para outras coisas.
Mais Ambiente- Em casa agora o ar que se respira é mais saudável, assim como o ar que se respira em todos os locais que eu esteja.
Mais Exemplo- Para o meu filho, para os jovens e para todos aqueles que reconhecem que o tabaco faz mal.
Mais Disponibilidade- Agora que resolvi o problema dos cigarros tenho mais tempo para me ocupar em outros objectivos.
Mais Voluntário- Na criação de grupos e páginas que levem outras pessoas a parar de fumar e a
incentivar a parar.
Mais Amigo- Porque sei o que custa abandonar o vicio e estou à disposição de todos.
Por tudo isto apenas digo: Valeu a pena e quando se quer consegue-se.
2015 ALI TÃO PERTO...
Quando em 1973, no ciclo preparatório a professora Ivone (de Desenho) nos mandou fazer um desenho sobre o ano 2000 eu fiquei fascinado. Não demorei muito a por a imaginação a funcionar e tal e qual mais tarde fez o autor de "Regresso ao Futuro" desenhei um carro voador, como suponha que existissem 27 anos depois.
Anos mais tarde começou a dar na RTP 1 a fantástica série Espaço 1999 e mais uma vez lá comecei eu a imaginar o mundo nessa altura. Aos carros voadores acrescentei os tele-transportes já vistos na série, os anos foram passando e comecei a aperceber-me que afinal a evolução não era tão rápida, só muito tempo depois apareciam os telemóveis e os computadores o que já me aproximava um pouco da minha imaginação de 1973.
Entramos à três dias em 2015. O Espaço 1999 já lá vai e 15 anos se passaram da mudança do século. Carros Voadores? Ainda acredito mas agora não sei se será na minha existência.Tele-Transporte? Também acredito mas prevejo para muito mais tarde...o que eu queria mesmo era que houvesse mais humanidade, mais justiça,mais solidariedade no país e no mundo. Se hoje me mandassem fazer um desenho sobre 1973 desenhava um senhor de fato cinzento e uma criança de calções e sandálias de mãos dadas no jardim da cidade. É que hoje pode haver muita evolução mas o respeito é muito bonito...
Feliz 2015!
HISTÓRIAS
É difícil esquecer o local onde nasci, as brincadeiras na rua, no jardim com os seus lindos canteiros, os cheiros das estações…
Não esqueço as minhas idas a São Silvestre para brincar com os meus amigos na escola central, (nos tempos em que ainda era passagem pública). Saía de casa e para passar a passadeira que se situava em frente ao "Montiel", (esperava o sinal do policia sinaleiro) e só depois é que me ponha a correr até ao largo da capela S. Silvestre.
Naquele tempo o comércio era muito frequentado, na mercearia do Sr. Raúl Paiva muitas vezes lá fui buscar as compras que a minha mãe ou avó lá tinham encomendado, em frente ao jardim público estava a padaria com a D. São a atender os clientes sempre com muita simpatia e ainda na "minha rua" (Comendador Campos Melo) além do café dos meus pais ( Danúbio) paredes meias com o café Montanha que era a data proprietário o Sr. Laranjo, a Casa Diniz onde ainda conheci o pai do Sr. Manuel, o Sr. Santos da Livraria Nacional também uma prestigiada casa na altura, O Sr Zeca da Pinheira da Casa Zeca, o Sr. Pombo, O Sr. Paraíso, Casa Fael que felizmente ainda existe, O Sr. Mendes da Farmácia, Sr. Esteves, Sr. Gabinete,
Sr. Cardona e muitos outros, onde não posso esquecer o Orfeão da Covilhã que eu frequentei em aulas de piano e o Banco Lisboa e Açores agora Totta e lá no fundo o café Leitão.
Ás 5h30 já se ouviam na rua os operários que iam para as imensas fábricas da Cidade, a mota do padeiro e meia hora depois o primeiro autocarro que vinha da Aldeia do Carvalho.
A esta distância dá-me a impressão que as pessoas nessa altura (apesar de terem menos meios económicos que hoje) eram mais felizes. Como não existiam as tecnologias que há hoje, brincávamos mais à bola e outros jogos ao ar livre enquanto os adultos conversavam nos cafés onde se reuniam depois das refeições.
No Natal todos nos reuníamos em família, e alguns saíam para a missa do galo na Igreja de São Francisco ou para a fogueira.
Quando passo na rua sinto uma certa nostalgia e pena por ver tantos estabelecimentos encerrados que outrora fizeram sucesso mas continuará a ser a rua onde eu nasci, a "minha" rua…
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Muito obrigado pela vossa visita
Voltem sempre...







